Das Disneylandias, conheci tres, a primeirona, lá da California, a Eurodisney e a de Orlando que na verdade é um complexo de parques. Este, eu não conheço todos. Só alguns. Um dos preferidos é o Magic Kingdon.

Desta vez, pude ver o castelo como ele é. Na primeira vez, ele estava “fantasiado” de bolo em homenagem aos 25 anos do parque. Sim, levei um tempão sem voltar a Orlando. Só no meio de 2014 voltei lá e esta foi a ultima vez em que viajei para o exterior (não por falta de vontade, mas por outros motivos). Ver o castelo significa entrar num mundo de sonhos, cheios de brinquedos divertidos, alguns superradicais, mas os que eu mais gosto, são os mais bestas.
Um que eu vou todas as vezes em que vou a um parque disney é o It’s a small world. Para quem não conhece, é o seguinte:voce toma um barquinho e vai passeando entre um monte de bonecos representando os mais diversos paises do mundo cantando a mesma musica sempre It’s a small world. É um brinquedo besta, sim, não dá sensação nenhuma, mas é bonitinho
Outro brinquedo que eu gostei e é legal é a gruta da Pequena Sereia. Muito fofo com a representação dos principais momentos do desenho. Você tambem toma um barquinho, este em formato de concha e vai circulando pelo cenário e ouvindo as musicas do filme.

Poderosas da Semana

Animais famosos (do sexo feminino, de ficção ou não)
Dolly – a ovelha clonada
Galinha Pintadinha – a campeã de audiência das crianças
Giserda – a Galinha de Chico Bento
Minnie – a eterna noiva de Mickey
Vovó Donalda – a pata-matriarca das tortas de maçã

 

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Uma coisa que chama atenção nos desfiles de miss são os trajes tipicos. Eu mesma olho com interesse para eles. Houve uma mudança quase radical no conceito de traje tipico. Antes era algo folclórico, realmente típico do pais, hoje é mais uma fantasia, homenagem a cultura, recursos naturais, vida, história das cidades, estados e países.

As Misses Brasil, durante muito tempo, se vestiram de baiana. Agora se vestem de qualquer coisa que lembra alegoria de escola de samba.

 

fagu

 

Como escrever uma novela de Benedito Ruy Barbosa
1 – coloque duas familias rivais em alguma região do Brasil (só não vale repetir, Pantanal, Goiás, Sul da Bahia)
2 – pra variar, coloque uma das familias como descendente de estrangeiro, de preferencia italiano falando mama mia de meia em meia hora
3 – coloque uma familia rica com um coronel e uma pobre que vão se engalfinhar até o final da primeira fase.
4 – na segunda fase, convide Antonio Fagundes para repetir o eterno papel de painho, rei de alguma coisa, ou simplesmente ele mesmo
5 – escale monte de atrizes com vestido rendado de florzinha e cabelo cacheado
6 – complete com musica sertaneja na trilha, os mesmos diretores de sempre e arremate com um faroeste caboclo bem deja vu.


Aguardem como escrever uma novela de Gloria Perez entre outros.

Poderosas da Semana

 

Personagens de Novela que sofreram algum tipo de doença:
Erica (Samara Filipo em Malhação) – sofria de AIDS
 Carla (Mel Fronckowiak em Rebelde) – bulimia
Camila (Carolina Dickman em Laços de Familia) – leucemia
Laura (Gloria Meneses em Senhora do Destino) – alzheimer
Haydee (Christiane Torloni em America) – cleptomania
Luciana (Alinne Moraes em Viver a vida) – tetraplegia
Homenageando todas as atrizes ao fugir dos padrões “saude e beleza” e ter coragem de mostrar o que as pessoas doentes sofrem.

tutti frutti

 

Hoje, o que movimentou Facebook, Twitter e Whats App foi o quiprocó envolvendo o ex-presidente Lula e seu depoimento na Policia Federal. Mal acontecia o fato e já rolavam coisas sérias e piadas. O povo não perdeu tempo.

***
Enquanto isso, continua faltando manteiga nas prateleiras da Rede Bom Preço embora não falte em outros supermercados. No Bom Preço da Pituba sobra margarina. Como as vacas nunca fazem em greve e só falta manteiga lá, tem algo errado.
***
Finalmente a Globo se tocou e tirou Monica Iosi da apresentação do Video Show. O programa continua uma droga. Mas pelo menos é um chato de menos no trio de apresentadores. Esse programa, como a grade da Globo, aliás, já deu. Muda, emissora do plin plin.
***
O prefeito ACM Neto com certeza vai perder votos decisivos na eleição de outubro e a culpá será toda da equipe da Transalvador. Tem-se impressão que eles ficam brincando de lego e fazendo burrices como a mão unica mentirosa na Avenida Paulo VI.
***
Mão única mentirosa porque numa rua estreita separar uma pista só para ônibus no sentido contrario é tripudiar da inteligencia dos moradores que pagam uma nota pelo IPTU mas tem sido multados ao tentar entrar em sua garagem: os ônibus não dão passagem.
***
Governo, crise, produtos chineses, chega lá o que for, dá pena passar pelos shoppings de Salvador e até pelos bairros e ver o tanto de lojas fechando. Isso significa principalmente desemprego, dificuldades financeiras, gente impedida de crescer.
***
Essa tal crise nunca atinge os superpobres (que não pagam imposto, pegam agua na fonte, usam luz de fifó, e moram em invasão) nem os superricos que tem casa no Caribe, conta na Suiça, andam em festa beneficente em Nova York e estão se lixando pros conterrâneos.
***
E essa semana, iam assaltando um ônibus. Os passageiros resolveram reagir e encheram o ladrão de porrada. Bem feito. Mas até certo ponto. Violência gera mais violência e o safado ainda pode sair de coitadinho.

alimc

Em 1970, um filme levou milhares de pessoas ao cinema em todo mundo, Love Story. Era uma historia água com açúcar, em que o herdeiro de uma grande fortuna e estudante de direito em Harvard, Oliver, interpretado por Ryan O’Neal, se apaixonava noivava e casava com Jennifer, uma professorinha pobre interpretada por Ali Mc Graw.

s Elizabeth Alice MacGraw, seu nome de batismo, nasceu em 1 de abril de 1939 e começou a trabalhar aos 14 anos de idade. Foi garçonete, ganhando um concurso interno de beleza: a mais bela waitress do ano de 1957. Traballhou em decoração de interiom 1970res, vitrines, assistente de fotografia até se tornar modelo.
O primeiro sucesso no cinema veio em 1967, Goodbye Columbus, mas sua carreira só tomaria impulso com Love Story. Este quase não saia do papel.
a Paramount não queria filmar, por falta de dinheiro. O diretor Arthur Hiller, que havia recusado O PODEROSO CHEFÃO, correu atrás para que seu amado projeto tivesse a aprovação do estúdio. E teve. Antes de Ryan O’neal ter sido contratado como ator principal, foram mencionados os nomes de Beau Bridges, Michael York(de CABARET) e Christopher Walker. Todos recusaram o papel.
O filme causou impacto em sua vida e sua carreira poderia ter tido outro rumo se não fosse o que aconteceu em um dos filmes subsequentes. Ali era casada com Robert Evans, produtor executivo da Paramount. Ai, filmando Os Implacáveis, ela conheceu e se apaixonou por Steve Mc Queen, foi o bastante para separar do marido e casar-se outra vez. Ficou com Mc Queen até a morte do ator por cancer em 1978. Nunca mais casou outra vez, Fez algumas aparições em séries e filmes, escreveu uma autobiografia, aparece em eventos comemorativos como os 45 anos de Love Story, que foi filmado em Boston e Nova York.  Mora no Oeste dos Estados Unidos se dividindo entre a California e o Novo Mexico.

 

Bloguete

Olha o Sorvete – Faz tempo que eu não via um sorvete assim. Até os carrinhos da Kibon sumiram das ruas de Salvador. Antes, tinha a sorveteria primavera que vendia sorvetes em carros como esse da foto. Essa sorveteria ambulante é de St John, Ilhas Virgens Americanas, Caribe.

antes que vire predio – Esta casa ocupa uma colina na Ladeira da Barra e foi lá que morou o banqueiro Clemente Mariani. Do jeito que anda a especulação imobilizaria aqui em Salvador…

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Maria de Fatima Dannemann

Eu não amo meu GPS. Não. Até porque a voz de meu GPS não é a de nenhum artista que eu gosto mas apenas a de uma moça anônima qualquer que fala direitinho. Eu até poderia cair de amores pelo aparelhinho não só porque ele ensina como chegar a qualquer endereço do mundo como pela voz educada que sai do aparelho que eu nem considero amigo, apenas um prestador de serviços pelo preço de uma diária de internet. Eu me admiro quando eu erramos o caminho e o GPS apenas diz “faça o retorno assim que for possível”, na maior calma. Fosse outra pessoa, de repente alguém que eu verdadeiramente amo, e ouviria “sua anta cega, não viu que errou o caminho, não?” e tome palavrões.
O que tem isso a ver com o filme Ela? A voz cibernética. No filme, uma fábula. O sistema operacional Samanta ganha vida e se torna a companheira ideal de Theodore, um nerd solitário que está em processo de divorcio de sua namorada de infância, e tem como única amiga Amy, uma vizinha também em processo de divorcio e igualmente apegada ao mundo virtual. Mas, a fábula tem seus reflexos na realidade: as pessoas cada vez mais mergulham no ciberespaço como se isso fosse salvar sua vida do caos das relações falidas. Acaba se tornando mais fácil enviar um torpedo, um recado nas redes sociais do que falar pessoalmente com alguém. E quando o contato pessoal é inevitável ninguém parece se entender.
No filme, Scarlett Johansson faz a voz da Samanta pela qual Theodore (River Phoenix) se sente apaixonado e acredita que ela é exclusivamente sua e de mais ninguém. Assim como nas redes sociais (seja por smartphone ou computador) as relações travadas com milhares de pessoas são superficiais, muitas vezes imaginária (ninguém é feio na internet, nem problemático ou infeliz. Todo mundo é rico, veste grife e viaja pro estrangeiro, como um rei ou rainha), e Samanta confessa que conversa ao mesmo tempo com 8000 pessoas e se sente apaixonada por mais de 600, pelo menos. E então…
Em meio a ângulos inusitados de uma Los Angeles futurística (mas muito menos Dark do que a Los Angeles de Ridley Scott em Blade Runner), Theodore percebe que ele não é o único a conversar com o computador, ou celular, ou tablet ou sei lá o que for. Todo mundo está teclando, digitando, conversando rindo ou com seus sistemas operacionais ou com seus amigos reais ou virtuais mas que não estão ali. Cenas que vemos por ai todos os dias: pessoas com tablet, notebooks, smartphones teclando ou conversando com alguém distante. Ah, e em mesa de bar acompanhados por amigos ou pela família. Numa visível carência senão de afeto mas com certeza de Ibope.
As vezes parece que o mais importante não é estar na praia, na academia, num jantar ou numa festa: é mostrar aos contatos que está lá. Muitas vezes, o importante nem é emitir sua própria opinião, mas compartilhar e repassar as opiniões dos outros. Clicar em “curtir”, em “retuitar” em “compartilhar”, mostrar que viu e participa. E eu me pergunto a cada vez que encntro alguém na rua que me diz “ah, eu lhe vejo muito no face”: porque não me chamam pra tomar uma? Ou pelo menos ir ali na padaria comprar pão juntos? Nada. De longe é mais fácil. O imaginário pode ser como quiser e Samanta está lá no filme provando isso até que…
Lulu Santos mesmo disse uma vez numa música “tudo passa/ tudo sempre passará”. Pois é. A vida vem em ondas como um mar ou como os bits do ciberespaço e o filme mostra que nada, mas nada mesmo dura para sempre. Nem programas de computador. Vou ser chata contando o fim do filme, mas é preciso: Samanta vai embora. Como as velhas versões do Windows de que guardamos saudades ou não. A mensagem do filme, entretanto, é uma velha e óbvia verdade: nada é mais real do que a vida e está se dá nas relações. De preferência olho no olho, pessoalmente. E se alguma está falida, outra pode estar a caminho enquanto Theo e Amy assistem ao dia nascendo da cobertura do prédio em que moram.
PS: não é por nada não, mas eu adorei o elevador do filme que muda o cenário, pra quem não gosta de ambientes soturnos, é um achado. E antes que eu me esqueça, é bom falar sobre a música belíssima que compensa o figurino horroroso dos personagens principais.

Maio acabou. Mas, já que maio é (ou era) o mês das noivas, nada como lembrar princesas que tiveram seu dia mágico de fantasia ou sonho.

Nos anos 80, foi Diana Spencer, Lady Di, que parou o mundo ao casar com o Principe Charles, herdeiro do trono inglês. O casamento não deu certo, Diana morreu prematuramente em um desastre de automóvel, mas seu vestido ficou na memória pela polêmica: uns amaram, outros odiaram. Mas o modelo reflete a estética exagerada da década.

Quase tres decadas depois, sua nora, Kate Middleton aliou classe e simplicidade ao adentrar a igreja para se tornar a esposa de William, filho mais velho de Diana. Kate dispe nsou serviços de maquiador e cabelereiro e usou uma tiara pertencente a avó do noivo, a Rainha Elizabeth, alem de um vestido que lembrou o de Grace Kelly.

Em meados da década de 50, Grace trocou uma carreira premiada no cinema – trabalhou inclusive com o diretor-cult Alfred Hitchcock – pelo casamento com o príncipe Rainier de Mônaco. Como as vezes acontece com princesas, morreu num acidente de carro.

Hoje rainha, Rania, da Jordania, é ícone de moda no Oriente Médio, além de uma mulher antenadissima com seu tempo e teve um casamento digno das mil e uma noites, com modelito caprichado.

Adepta do clássico e sempre impecável, Matilde da Bélgica tambem teve um casamento com pompa e circunstância com direito a vestido com longa cauda.

Uma das historias de amor mais bonitas da realeza moderna é a de Felipe e Letizia, principes das Asturias, que virou inclusive serie de TV. O vestido da noiva (assim como o da sogra e das cunhadas) está exposto no Palacio Real de Aranjuez, na Espanha.

 

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