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Maio acabou. Mas, já que maio é (ou era) o mês das noivas, nada como lembrar princesas que tiveram seu dia mágico de fantasia ou sonho.

Nos anos 80, foi Diana Spencer, Lady Di, que parou o mundo ao casar com o Principe Charles, herdeiro do trono inglês. O casamento não deu certo, Diana morreu prematuramente em um desastre de automóvel, mas seu vestido ficou na memória pela polêmica: uns amaram, outros odiaram. Mas o modelo reflete a estética exagerada da década.

Quase tres decadas depois, sua nora, Kate Middleton aliou classe e simplicidade ao adentrar a igreja para se tornar a esposa de William, filho mais velho de Diana. Kate dispe nsou serviços de maquiador e cabelereiro e usou uma tiara pertencente a avó do noivo, a Rainha Elizabeth, alem de um vestido que lembrou o de Grace Kelly.

Em meados da década de 50, Grace trocou uma carreira premiada no cinema – trabalhou inclusive com o diretor-cult Alfred Hitchcock – pelo casamento com o príncipe Rainier de Mônaco. Como as vezes acontece com princesas, morreu num acidente de carro.

Hoje rainha, Rania, da Jordania, é ícone de moda no Oriente Médio, além de uma mulher antenadissima com seu tempo e teve um casamento digno das mil e uma noites, com modelito caprichado.

Adepta do clássico e sempre impecável, Matilde da Bélgica tambem teve um casamento com pompa e circunstância com direito a vestido com longa cauda.

Uma das historias de amor mais bonitas da realeza moderna é a de Felipe e Letizia, principes das Asturias, que virou inclusive serie de TV. O vestido da noiva (assim como o da sogra e das cunhadas) está exposto no Palacio Real de Aranjuez, na Espanha.

 

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No Oriente, a Garça Branca é sagrada. Ave elegante de penas completamente alvas, bico comprido e escuro, pernas compridas e finas, ela vive sempre perto da água e inspirou alguns movimentos de artes marciais. Mas, ela também é largamente encontrada no Brasil e enfeita alguns recantos como o Jardim Japonês de Buenos Aires, Argentina. Medem entre 70 e 85 cm de altura. Pesam, em média, de 3 a 5 quilos de acordo com a espécie. Alimenta-se basicamente de peixes, pequenos anfíbios, crustáceos e outras espécies de animais aquáticos de pequeno porte. Tem hábitos solitários, porém vivem em bandos na época da reprodução. Possuem hábitos diurnos, sendo que se recolhem nas copas de árvores altas no cair da tarde e a noite. A fêmea costuma botar, em média, de 5 a 6 ovos.
Fonte: wikipedia e Suapesquisa.com
Foto e Texto: Fatima Dannemann



Fatima Dannemann

             Quando eu li, numa revista de fofocas há meses, que a próxima novela das nove seria de Gloria Perez fiquei feliz. Ela foi autora de pelo menos duas novelas que eu gostei tanto que não perdia um só capítulo. Puro engano. Salve Jorge, encerrada esta semana, foi uma novela previsivel, sem maiores emoções, com histórias mal explicadas e mal concluidas. Uma obra descartavel que, com certeza, dentro de alguns anos ninguem mais vai lembrar.

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O pior da novela foi justamente o final, com,  uma Morena amadora se intrometendo e até atrapalhando o trabalho da policia sem nenhuma competencia. Ai, a culpa nem foi de Gloria Perez, mas da atriz Nanda Costa, incompetente e verde para ser protagonista de uma trama das oito mesmo que seu tipo físico até combine direitinho com o da personagem, a ex-faxineira que é traficada e levada a se prostitui na Turquia.

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Da Turquia, mostrou-se muito pouco. Mas tambem ninguem viu nada da India -que é um subcontinente e portanto enorme e diversificado, e nada do Marrocos, que está pra lá de Marrakesh, e dos Estados Unidos (aliás do Texas por onde os clandestinos entravam até Miami onde os clandestinos ficavam a distância é bem grandinha e tem no mínimo o Golfo do México no meio) tambem ninguem viu nada. Isso faz parte do imaginário, do faz de conta que as novelas têm.

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Mas, O Clone, Caminho das Indias e até América (que começou chata mas depois deu um upgrade e ficou massa) ficaram para trás. Mesmo com todo marketing da Globo, Gloria Perez errou a mão. A história ficou frouxa e mal explicada. Faltou emoção em muitos momentos. Não fosse a delegada Helô (essa,sim, a verdadeira protagonista da novela)  brilhantemente interpretada por Giovanna Antonelli, e a novela teria ido pelo esgoto de tal forma que nem São Jorge salvaria.

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Ambientar uma novela em outro país é complicado. Tiro por mim mesma e as historinhas que eu invento no meu blog de novelas. Mas, uma coisa é você apenas escrever, você pode inventar o que quiser. Vai ficar engraçado, feio, bonito, etc. Outra coisa é por atores de carne e osso num cenário representando aquele pais. Tem que ter nem que seja uma vaga semelhança, um sotaque. No caso das novelas de La Perez falta sempre o conteudo educativo. Poderia aproveitar e explicar alguma coisa sobre o Império Otomano, que foi um dos mais poderosos da Europa durante muitos séculos. Nem uma palavra. Só a historia da Capadocia e a da Santa Sofia. E Istambul é muito mais.

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Acabou que Salve Jorge rendeu muitas gracinhas no twitter e no Facebook ao ponto de eu, nas semanas finais, preferir ler as gracinhas do que ver a novela. Estavam bem mais inteligentes e interessantes (sorry, Gloria Perez). Mesmo assim, Salve Jorge tem um grande mérito: de ter sido escrita por uma mulher praticamente sozinha. Gloria tem suas dores, isso eu respeito e me solidarizo. Só que muitas das historias foram sumindo ao longo da trama: Pescoço assediava Lurdinha. Era Lurdinha que ficava de cordão cheiroso tomando sol na laje. De repente, virou pra Vanubia e Lurdinha nem foi mais vista com seu namorado Caique (que aliás levou meses sumido). Curiosamente essas mudanças se deram depois que Bruna Marquesine, a Lurdinha, anunciou seu romance com Neymar na vida real. Coincidência ou não… Miro sumiu da novela, Salete ficou noiva do turco mas no que deu ninguem sabe, ele tambem desapareceu, na reta final. E Bianca? Não entendi o que aconteceu com a principal biscate da novela (sim, as prostitutas de Russo estavam mais inocentes do que muitas personagens da trama). Será que continua com Ziah, por debaixo dos panos, ou arrumou outro marido para separar?

 

A Suiça é um daqueles paises que trazem a memória paisagens de quebra-cabeça ou de embalagem de chocolate. Como queiram. Mas, muito mais do que isso, é uma nação, situada na Europa Central, que dá ao mundo exemplo de boa vizinhança e democracia. Formada por 26 cantões, a Confederação Helvética, seu nome oficial, possui quatro idiomas oficiais, o alemão, francês, romanche e o italiano, falado na região do Ticino, do qual Lugano, as margens do mesmo lago e pertinho da Italia (mais precisamente da Lombardia e, portanto, de Milão), é a maior cidade (mas a capital é Bellizona). Maior cidade, sim. Mas não pense em nada astronômico. São 65 mil habitantes na cidade que se espalha pelas encostas das montanhas eternamente cobertas de neve e pelas margens do lago. O turista pode passear de barco pelo lago e até ir para outras cidades. Há também possibilidade de ver a cidade do alto tomando uma cremalheira ou teleférico até os picos mais próximos.

Pode-se chegar lá de trem, tanto vindo de Milão como de outras cidades suissas já que o pais é muito bem servido de transportes públicos. A descida da estação para a cidade, de cremalheira, já é uma atração a parte. Na primeira vez em que estive na Suiça, fiquei em Genebra e visitei principalmente as regiões francesa e alemã do país. A diferença principal entre Lugano e as outras cidades talvez esteja no clima mais alegre da cidade. Muitos bares e restaurantes perto do lago servem vinho, cerveja e a boa e velha cozinha italiana.

No centro da cidade mais antiga, há belos prédios, becos, um bom comércio onde não faltam griffes, relojoarias e algo mais pitoresco como loja de perucas e de bugingangas tipicas. (nota, as perucas não são tipicas, as bugingangas é que são)

A beira do lago, com calçadão e travessia segura por passagens subterraneas (embora os motoristas suissos respeitem o pedestre), convidam a belas caminhadas com brisa constante e paisagem de tirar o fôlego alem da sombra das árvores.

Um trenzinho turístico mostra ao visitante o básico da cidade em pouco mais de uma hora. Passa pelo centro, por ruelas de prédios antigos e coloridos, percorre toda a borda do lago até uma cidade próxima e para de novo na principal praça da cidade perto da prefeitura. Como minha ida a Lugano foi do tipo bateu-voltou, aproveitei e fiz esse passeio antes de passar pela loja da Swatch e comprar um legítimo relógio suisso pois, mesmo falando italiano, a população de lá prima pela pontualidade. Especialmente os trens.

 

Em Lugano, há tambem um jato de água no lago como o Jet d’eau de Genebra. Visto do outro lado da rua, com as montanhas nevadas ao fundo, é uma visão de cartão postal.

 

Vale a pena a visita e quem puder se demorar, beleza. Vi que alem de bons restaurantes a cidade é bem servida de hoteis, principalmente na beira do lago. A cidade é pequena, tudo é perto, mas ninguem se iluda. Como outras cidades europeias (e suissas) tem muito o que se ver, lá. E não basta só um dia.

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As vezes dá vontade de pedir os sonhos de volta: a situação da vida mostra que a Era de Aquarius foi propaganda enganosa. É só ver a quantas andas a violência, por causa de uma merreca de R$11 reais, um jornalista foi assassinado na porta do hipermercado Bom Preço.

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Com isso, o filme da rede, que já andava queimado, fica simplesmente carbonizado. Outro dia, numa rádio FM, um famoso locutor lembrava as baratas e outros insetos que vão de “hóspedes” para a residencia dos consumidores junto comas compras.

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Apesar de ser facil corrigir o problema: basta comprar em outras redes e eles darão um jeito de acabar com as filas, os insetos e as discussões bestas por causa de troco. O dificil é convencer os consumidores de que eles não estão recebendo caridade e podem comprar em outras lojas.

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Enquanto isso, ruas e calçadas da cidade se tornam imagem do caos. Motos, bicicletas e até carros de grande porte sobem calçada em alta velocidade, para furar sinais fechados ou pegar vaga de estacionamento. Não, pedestre, não discuta ou você pode ser vitima de tentativa de assassinato.

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Sim, tem lugares onde não só é possivel como talvez seja até melhor ir de ônibus, taxi ou mesmo andando a pé. Mas a dependência de carro faz muitos seres humanos esquecerem que são bípedes, que podem andar, correr e fazer o que quiser sem depender de rodas.

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Falando em rodas, cadeirantes continuam se queixando não só do acesso ao ônibus mas tambem de como é dificil andar sozinho pelas ruas da cidade. Prefeito: que tal colocar rampas nas faixas de pedestre? Nunca sabemos do que vamos precisar algum dia.

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O prefeito, aliás, deve estar cortando um dobrado como se diz por ai. Nesses quase seis meses não fez nada alem de posar pra foto, dar entrevista sobre o metrô e a Copa do Mundo (tres miseros jogos, nenhum do Brasil). Barra, Pituba, Brotas, itaigara são a imagem do caos.

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Uma prova disso é o que acontece esta semana durante as chuvas do domingo para a segunda-feira, até bairros que ficam no alto, como Brotas, tiveram suas principais ruas alagadas. Acorda, prefeito, você é muito jovem para encerrar sua carreira em um único mandato.

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E como tudo acaba em festa, o povo começa a pensar no São João. Agências de turismo já começam a vender passagens e pacotes para diversos pontos do interior e até do exterior.

 

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