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    Nos anos 1970, quando começou o Fantastico, na Globo, a zebra aparecia dando os resultados da Loteria Esportiva e quando algum dos resultados não era o esperado ela dizia:”olha eu ai, zebra”. A  origem do termo “deu zebra” no entanto, vem do começo do jogo do bicho. O animal não estava listado entre os 25 bichos da loteria que até hoje corre paralela ao mundo oficial das loterias. Listada, semelhante a um cavalo, prato mais desejado dos leões e outros felinos, a zebra é um parente do cavalo tão arisco que nunca conseguiu ser domesticada.

    As zebras são equideos da mesma familia dos cavalos que vivem nas savanas do leste da Africa. Não se encontram a beira da extinção, vivem em bandos, e tem como arma contra os leões e outros predadores sua capacidade de atingir grandes velocidades. Chega a correr até 64km/h. Existem tres especies de zebra. A das planicies, a das montanhas e a zebra de grevy.. A zebra-da-montanha-do-cabo é a menor zebra, de pé mede cerca de 1,2 m na altura do ombro e pesa cerca de 272 kg. As listras da zebra-da-montanha-do-Cabo são ligeiramente mais largas e mais curtas do que as da outra subespécie, a zebra-da-montanha da Namíbia. A zebra-da-montanha-do-Cabo tem uma barbela sob o maxilar inferior, que outras zebras não têm.

Anteriormente acreditava-se que zebras eram animais brancas com listras pretas, uma vez que algumas zebras têm ventres brancos. Evidências embriológicas, no entanto, mostram que a cor de fundo do animal é preto e as listras brancas e barrigas são adições. É provável que as tiras são causadas por uma combinação de fatores. A gestação de uma zebra pode chegar a mais de um ano.e nasce apenas um potro de cada vez.Alem da velocidade, a Zebra dá coices fortissimos e a relatos de leões que foram mortos por elas. 

Fonte: wikipedia

 

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jegue
Se o bullying chegasse ao mundo animal, com certeza o jegue seria o campeão absoluto da categoria. Como vitima. Ele tem sido alvo de piadas, brincadeiras, corridas com nomes engraçados e até de musicas de forró. egue é um mamífero da família dos equinos, conhecido cientificamente como Equus asinus, e costuma ser muito utilizado como animal de transporte, tração e carga, devido a sua grande resistência.
Muita gente não sabe que jumento, asno e jegue são exatamente sinônimos embora muitas pessoas prefiram o termo jumento ou a palavra asno por causa do sentido pejorativo que a palavra jegue assumiu com o passar dos tempos associado a pessoas com comportamento exagerado ou sem noção.
Os jegues medem aproximadamente 1,30 metros de altura e chegam a pesar 400 quilos. Não devem ser confundidos com burros e mulas que são híbridos e resultado do cruzamento entre jegues e éguas. No Brasil, o jegue é um animal bastante popular na região nordeste. Costumam ser organizados festivais dedicados exclusivamente a estes animais.
Fonte: significados.com

A fama de pedradora da Orca vai alem do filme “a baleia assassina”,  Ela é o único cetáceo que ataca outros da mesma espécie. As orcas são predadores que ficam no topo da cadeia alimentar. Tirando os humanos da conta, nenhum outro animal caça as baleias-assassinas. Já elas se alimentam de pássaros, lulas, polvos, tartarugas-marinhas, tubarões, arraias, peixes em geral e mamíferos que se aventuram no mar, como focas e dugongos. As exceções da sua dieta incluem golfinhos e peixes-boi — além de humanos. Mesmo chamadas de baleia, elas são na verdade golfinhos. Têm uma vida social complexa, baseada na formação e manutenção de grupos familiares extensos. Comunicam-se através de sons e costumam viajar em formações que assomam ocasionalmente à superfície. A primeira descrição da espécie foi feita por Plinio o Velho o qual já a descrevia como um monstro marítimo feroz.
O nome orca foi dado a estes animais pelos antigos romanos do nome “Orcus”, que significa inferno ou deus da morte, e o nome do seu género biológico – “Orcinus” – significa “do reino da morte” (ver Orco). A partir da década de 60, quando ganharam popularidade entre os espectadores de oceanários, o termo neutro “orca” foi mais utilizado do que “baleia assassina”, o qual conota um comportamento incompatível com objetivo desses parques.
 A inteligência das orcas, a facilidade em treiná-las, a sua aparência impressionante, o seu comportamento brincalhão em cativeiro e o seu tamanho anormalmente grande torna-as um animal bastante popular como exibição em aquários e em espetáculos aquáticos, como em parques temáticos. A primeira captura e exibição de uma orca teve lugar em Vancouver, em 1964. Nos 15 anos seguintes, cerca de sessenta ou setenta orcas foram retiradas das águas do Pacífico com este fim. No final dos anos 1970, e na primeira metade da década de 1980, as águas da Islândia eram a origem de muitos dos animais capturados – nos cinco anos antes de 1985, capturaram-se aí 50 orcas.
No Sea World de Orlando, Florida, Estados Unidos, a orca Shamu faz o show sozinha no tanque.
Fonte: Wikipedia

 

No Oriente, a Garça Branca é sagrada. Ave elegante de penas completamente alvas, bico comprido e escuro, pernas compridas e finas, ela vive sempre perto da água e inspirou alguns movimentos de artes marciais. Mas, ela também é largamente encontrada no Brasil e enfeita alguns recantos como o Jardim Japonês de Buenos Aires, Argentina. Medem entre 70 e 85 cm de altura. Pesam, em média, de 3 a 5 quilos de acordo com a espécie. Alimenta-se basicamente de peixes, pequenos anfíbios, crustáceos e outras espécies de animais aquáticos de pequeno porte. Tem hábitos solitários, porém vivem em bandos na época da reprodução. Possuem hábitos diurnos, sendo que se recolhem nas copas de árvores altas no cair da tarde e a noite. A fêmea costuma botar, em média, de 5 a 6 ovos.
Fonte: wikipedia e Suapesquisa.com
Foto e Texto: Fatima Dannemann

Bacalhau existe? Segundo alguns estudiosos, não. Bacalhau não existe. É apenas o jeito de salgar alguns peixes do gênero gadus. A origem do termo não é clara mas há quem aposte que vem do basco bakailaoa ou do frances cab(e)liau ou cabillaud. Seja lá como for, essa delicia das mesas, ligada principalmente a culinária portuguesa, existe nos cardápios como Bacalhau a Bras, a Gomes de Sá, Zé do pipo, nas natas, e muitas outras receitas.
Brincadeiras a parte, Bacalhau é, na verdade, o peixe encontrado nos mares da Noruega principalmente. Seu nome científico é Gadus Morhua, mas é conhecido internacionalmente como Cod. Pertence à família dos gadídeos e é o mais conhecido dos peixes de águas frias do mar Atlântico Norte, no Círculo Polar Ártico. Dele se aproveita tudo: sua carne é consumida em todo o mundo (seja fresco, defumado ou salgado e seco ), do fígado se extrai óleo e da bexiga se faz cola.

Cresce rápido e a fertilidade das fêmeas é excepcional: põem de 2 a 8 milhões de ovos por ano – os que sobrevivem alcançam 40 cm em dois anos, 1m aos vinte. Nesta idade, o peso é de aproximadamente 50 kg. Por ser estenoterno – habituado a uma determinada temperatura – o bacalhau viaja constantemente, a fim de permanecer em águas propícias. Por isso, ele é encontrado nos mares da Noruega, Rússia, Islândia, Canadá e Alaska. È no Mar da Noruega, entretanto, que se dá a pescaria do bacalhau.
Outros peixes, no entanto, também são transformados em bacalhau ou algo parecido: o Saithe, o Ling e o Zarbo, que também são peixes salgados e secos. O quinto peixe é o Cod Gadus Macrocephalus , o Bacalhau do Pacífico ou do Alaska. Já em Moçambique e na Guiné-Bissau, chama-se bacalhau ao Rachycentron canadum (Beijupirá). No rio Amazonas encontra-se o Arapaima Gigas (pirarucu), que é conhecido também como “bacalhau-da-amazônia. O bacalhau foi introduzido na alimentação inicialmente pelos portugueses, que durante as grandes pescarias, já realizavam o processo comum de salga do pescado desde o século XIV, época das grandes navegações.

fonte: wikipedia e site O mundo do bacalhau

Quem chama uma mulher com excesso de enfeite de perua comete um erro: não é a perua que anda com a cauda empinada fazendo estardalhaço. É justamente o macho que usa da cauda em leque e da voz (o famoso glu glu glu) para cortejar a fêmea. Originário das Américas, o peru é uma ave comestível e é bastante servido no final do ano, especialmente no Natal.
Peru é o nome que se dá as aves galiformes do gênero meleagris e existem tanto perus domésticos, criados em granjas, como espécies selvagens. Ele se alimenta de grãos e insetos. Tanto o macho como a fêmea tem a cabeça e o pescoço descoberto de penas. Geralmente suas penas tem coloração preta, castanha ou até mais clara. Somente o macho possui um apêndice carnoso sob o bico chamado carúnculas. Medem até 1,17 m de altura.
O Peru foi levado para a Europa no século XVI, mais precisamente em 1511 e passou a ser uma iguaria bastante apreciada. O peru selvagem foi domesticado pela primeira vez no México há mais de mil anos, mas, no começo do século XX, havia desaparecido em grande parte dos Estados Unidos. Nos últimos anos o peru começou a ser reintroduzido a seu lugar de origem com aparente sucesso.
Em estado selvagem vivem em grupos de até 20 aves em lugares próximos a árvores. Normalmente caminham mas também podem voar. Perus selvagens pesam de 8 a 10 kg o macho e de 4 a 5 a fêmea. Mas quando domesticados podem chegar a pesar mais de 15 kg. Isto se deve a processos de seleção e uma alimentação própria para aumentar o rendimento de carne para o consumo humano. Atualmente pouco se vê um peru ao vivo nas grandes cidades. Eles são criados em cativeiro e em escala industrial.
Fonte: site Recanto das Aves e Wikipedia

 

Quem vê este animal no Parque das Aves, em Foz do Iguaçu, logo se pergunta “que bicho é esse?” Casuar, ave da Nova Guiné, tímido por um lado, agressivo por outro, uma das três maiores espécies de ave existentes na terra (as outras duas são a avestruz e a nossa Ema). O Casuar lembra um peru gigante, tem uma crista esquisita, patas enormes com um gancho metálico que o deixa capaz de matar alguém que lhe provoque (fora isso, dizem as pesquisas, ele é até tímido). O habitat preferencial do casuar são zonas florestais, onde haja um grande número de árvores disponíveis para produzir os frutos de que se alimentam. Neste ambiente o casuar desempenha a importante função ecológica de dispersar as sementes das árvores. O casuar tem papel importante na mitologia da Oceania representa geralmente uma figura maternal.
A plumagem do casuar é abundante e de cor acinzentada, com penas coloridas na base do pescoço. Estas aves têm uma crista encarnada no alto da cabeça, que cresce devagar durante os primeiros anos do animal e com função desconhecida. O casuar é uma ave ágil, que pode correr a cerca de 50 km/h e saltar 1,5 m sem qualquer balanço. São animais normalmente pacatos e tímidos que no entanto podem ser extremamente agressivos e perigosos para o Homem para proteger o ninho ou as suas crias.
Na época de reprodução os machos reclamam um território e procuram atrair uma fêmea, que permanece apenas, até pôr entre de 3 a 5 ovos. Após a postura a fêmea abandona o ninho e pode eventualmente acasalar noutro território. Os machos cuidam sozinhos dos ninhos e das crias durante os nove meses seguintes. Os juvenis são de cor acastanhada e só ganham a plumagem típica do adulto por volta dos três anos.
O casuar é uma ave importante para o Homem há centenas de anos como fonte de proteína através da carne e dos ovos. Algumas tribos nativas têm o hábito de assaltar os ninhos e criar os juvenis até à idade adulta, quando são vendidos ou mortos para consumo local; no entanto o casuar nunca foi completamente domesticado. È considerado “brabo” e uma placa no parque adverte aos incautos que uma simples patada pode matar alguém.
Fonte: Wikipedia

Fatima Dannemann

Nos jogos do campeonato paulista, um destaque do Santos tem o curioso nome de uma ave, Ganso. Valente, capaz de atacar sem medir conseqüências alem de fazer algazarras, o Ganso parece um pato, mas só parece. É maior, mais pomposo e pode ser encontrado em mais de 40 espécies na natureza. O Ganso do Egito, por exemplo, é meio esquisito. Os gansos-do-egipto evitam zonas densamente arborizadas, e podem ser normalmente encontrados em prados, relvados e em campos agrícolas. Passam a maioria do tempo em rios, lagos e terras alagadas. Podem ser encontrados até altitudes elevadas de cerca de 4000 m.

O ganso é um defensor da propriedade, e apesar de ser uma ave, faz frente a qualquer intruso que apareça, independentemente de seu tamanho.
Os humanos não estão imunes aos ataques destes animais, que grasnam furiosamente enquanto não repelirem o intruso. A carne destes animais é muito apreciada na Europa, principalmente em França, onde o paté de ganso é apreciado há muitos anos, e de onde é exportado para todo o mundo. Os ovos, de grandes dimensões, são muito apreciados em receitas culinárias, embora na quinta quase todos sejam aproveitados para reprodução, já que o principal objectivo é criar estes animais para abate e aproveitamento da sua saborosa e característica carne. Um ganso comum em jardins brasileiros é o sinaleiro chinês, barulhento mas bonito, é usado não só como ave ornamental como por animal de guarda.

Em tempos “pré-ecologicos”, toda “perua” (ou similar) tinha que ter um casaco de pele e o mais valorizado eram os feitos com pele de marta. Este é o nome comum dado aos animais da família dos mustelídeos, pequenos animais carnívoros que habitam a Europa e a Ásia. Antigamente, eram muito mais comuns. Mas hoje com as caçadas em busca da pele, foram se tornando mais raros. Um fator que ajuda os caçadores a dizimar a espécie é que as martas são fáceis de capturar: basta um chamariz que lhe atice a curiosidade e pronto! Lá vai ela pro abate apenas para esquentar alguma madame rica e pouco preocupada com a mãe natureza (sim, elas ainda existem).

A família da marta é numerosa e inclui a fuinha, a zibelina, a marta-comum, a marta do pinheiro. Eles se alimentam de outros animais como esquilos, coelhos, camundongos e pequenas aves. A marta é um animal solitário que vive em lugares rochosos e arborizados. Ela demarca seu território com um rastro da secreção das glândulas anais que cheira um pouco melhor que a da doninha, sua parenta próxima. A época do acasalamento coincide com o verão do hemisfério norte. A gestação dura dois meses e costumam nascer entre dois e três filhotes. O pelo da marta, além de casacos de pele, é usado para confeccionar pincéis utilizados pelos desenhistas de mangá por causa da durabilidade e porque ficam bem unidos uns aos outros, resultando num traço bem mais elaborado.

Fontes – Wikipedia e Saúde Animal

Um desenho de um ornitorrinco pode sugerir aos completamente ingenuos e/ou desinformados vão achar que é um pokemon, digimon. Mas… Podem parar, pegar um livro para ler, perguntar a um professor de biologia ou até pesquisar em algum site. A estranheza do animal fica por conta da genética e dos elementos de várias espécies que ele incorpora mas para por ai. Ao mesmo tempo, um réptil, um pássaro e um mamífero, segundo relatório publicado pela revista Nature há pouco mais de um ano, o ornitorrinco é um bichinho de 40 cm de comprimento com bico de pato, rabo de castor, pele, patas com membrana, tem fêmeas que amamentam seus filhotes mas, em vez de dar a luz elas botam ovos como aves e répteis.

O ornitorrinco vive na Austrália e na Tasmânia. É um animal de hábitos noturnos, excelente nadador graças aos pés palmados e rabo que funciona como remo podendo ficar submerso por até cinco minutos, mas locomove-se muito bem na terra. Para botar e chocar seus ovos, de um a três de cada vez, a fêmea cava um túnel que pode chegar a 1,8 m de profundidade, sendo que geralmente a entrada principal desse “ninho” fica embaixo da água. Os ovos medem de 2 a 2,5 cm, são moles, e parecidos com os ovos de tartarugas e cobras. Todos os quatro pés do ornitorrinco têm garras, e cada pata tem cinco dedos. Os machos apresentam um sexto dedo nas patas traseiras, no qual existem esporões venenosos, que o animal usa para sua defesa.

O ornitorrinco alimenta-se de vermes, girinos, moluscos, crustáceos, peixinhos e insetos que captura no fundo dos rios e córregos. Quando adultos, os ornitorrincos não tem dentes, por isso, usa as placas córneas das maxilas para a mastigação. Pouco se sabe a respeito da reprodução dos ornitorrincos. O que se sabe é que ele só esta preparado para a reprodução após os sete anos. Na época de reprodução, normalmente nos meses de julho e agosto, seus orgãos reprodutores, tanto dos machos quanto das fêmeas aumentam de tamanho.

Fontes: wikipedia, infoescola, saúde animal
Pesquisa e texto: Maria de Fatima Dannemann

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