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Uma jovem inglesa casa com um viúvo cheio de segredos e vai morar numa casa na área rural. Rebecca? Nada, pode esquecer. Até porque qualquer semelhança do romance de Daphne du Maurier com O perfume da Folha de Chá, de Dinah Jeffries, começa e acaba no fato de Gwen, assim como a heroína de Rebecca, casa com um viúvo cuja primeira esposa morreu afogada e envolta em segredos. Enquanto Rebecca era fútil, dissimulada e adultera, Caroline, a primeira mulher de Laurence, era doce, suave e todos gostavam dela.

O Perfume da Folha de Chá é ambientado na área rural do Sri Lanka quando o pais ainda era uma colônia inglesa chamada Ceilão. É para lá que Gwen segue recém casada e passa a viver numa bela fazenda de chá, sem compreender as brigas entre etnias, o preconceito dos ingleses para com os criados cingaleses e tâmeis. Ou seja, bem diferente do clima dark de Rebecca. Aliás, Gwen nem precisa enfrentar uma governanta chata. Para “atentar seu juízo” tem sua cunhada mimada e desonesta além de uma banqueira americana que era apaixonada por seu marido.

Em meio a vida na fazenda, as tramoias da cunhada e a presença de um cingalês charmoso, Gwen tem seus filhos gêmeos, é obrigada a fazer uma escolha drástica e aos poucos vai desvendando o mistério que cerca a morte de Caroline, a primeira esposa de seu marido, pouco tempo depois de ter tido seu primeiro filho.  É o segundo romance de Dinnah Jeffries, que nasceu na Malasia e foi criada na Inglaterra. Publicado pela Editora Paralela, vale a leitura.

 

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Fatima Dannemann

Visito o blog de uma amiga. Lá encontro uma homenagem a Cecília Meireles, biografia, fotos, poemas, textos, comentários sobre sua obra. Nascida sob o signo de escorpião, versátil, sensível, modelo para as mulheres que escrevem, através da Cecília  me vêm a mente e todas as poetas que eu conheço, e as que não conheço, todas as poetas que existiram, as que existem e as que ainda vão surgir. E vem uma lista em meu pensamento. Em meio a todas as poetas, alguém especial, que só conheci através dos versos, mas é como se tivesse convivido com ela: Evangelina Moniz de Aragão (Lina de Villar) minha avó.               Sim, porque quem escreve versos gera um filho, é assim que me sinto quando escrevo qualquer coisa, e acho que é assim que se sentem todas as pessoas que escrevem ou produzem arte, gerando filhos. Assim, o livro com suas poesias é seu quinto filho e o único que será eterno. Sempre que alguém abre este livro, uma pequena antologia póstuma, sua poesia é perenizada. Isto acontece, claro, com todos os poetas. Mas… As mulheres acabam vendo e sentindo tudo com olhos de mãe. É diferente e inexplicável.
Mulher e poesia. Uma dupla em que os dois elementos, mulher e poesia, combinam perfeitamente. E vão combinar sempre. Seja a mulher que inspira ao bardo os seus mais elevados versos, seja a mulher que apenas senta e traduz seus sentimentos em versos. A musa e a poeta (ou poetisa). Porém, entre ser apenas musa e ser a autora dos versos há uma incrível diferença. Não sei o que minha avó sentia quando abria seu caderninho de poesia para rabiscar seus versos. Mas, imagino ela elegantemente sentada (minha avó faleceu aos 28 anos) naqueles movéis antigos maravilhosos que as famílias costumavam ter, escrevendo o que lhe vinha na alma. Talvez, com perfeccionismo de virginiana, mas cuidando de cada palavra como quem cuida de um bebê, pois cada poema é um pedaço de seu autor, por isto, um filho, tal como uma criança.
Poesia e mulher. Combinamos. Mas, aqui falamos de uma poesia que de fato é poesia, que vem do lado mais elevado de nossa alma, a que nos revela ao mundo, a que nos faz íntima de desconhecidos, companheira de pessoas que jamais encontraremos um dia. Produzir poemas é como um parto. Um parto, sim. Mas não falo de dor. Falo sobre a satisfação de dar forma a uma criação eterna. É um parto tão natural que só ao ver os versos prontos acreditamos: dei luz a uma criatura que transcenderá tempo e espaço, mesmo que fique esquecida em algum papel amarelecido pelos anos no fundo de uma gaveta. É o que eu sinto quando escrevo. É o que acho que Cecília Meireles sentia quando escrevia.
Findo o verso, revisado, corrigido e lido, vem o momento de soltar o filho no mundo. Publicar a poesia ou dar a alguém para lê-la. Vem aquela sensação de dever cumprido: “meu filho está criado e agora vai caminhar sozinho”. Mas, isto também assusta. Que uso farão de meus versos? Ou a que esquecimento ficarão relegados? Os caminhos de um poema transcende tempo e espaço, corremos risco ao soltar os versos no mundo, mas chega um momento que encontramos alguém que leu nosso verso, entendeu, compartilhou de cada sentimento. E aqui falo de poetas e poetas. Homens e mulheres indistintamente, porque arte é arte e não tem sexo. Alguém lê nossos versos e comentam e nesse momento vemos quão íntimos dos poetas são os leitores, apesar de distantes.
Claro que tem poetas e poetas. Agora me refiro às mulheres que escrevem poesia. São as que escrevem poesia com letras maiúsculas. Florbela Espanca,  Cecília Meireles,  Lya Luft, ah, e deixa ser só um pouco neta coruja,  Lina de Vilar. Poetas, poetas de mão cheia, mulheres que tornam o dia a dia das pessoas mais bonito com sua poesia. Como as poetas que fizeram poesia em música. Por exemplo,  Dolores Duran, que pode até não estar na moda, mas se eternizou. Poetas pós-modernas como a Ana C. que se foi jovem, Elisa Lucinda, que teatralizou seus versos em recitais que fizeram sucesso no palco. Mestras, imortais e eternas como a Cora Coralina.
E nem falei – ainda – na net. Dizem que todo mundo que entra na net vira poeta. Não é por ai. Escrever em linhas quebradas, contar pseudo-cenas eróticas que muitas vezes não passam de vagas quimeras, exagerar na formatação e na música de e-mails ou sites não significa poesia e mais: não escondem a vulgaridade ou a mesmice de muitos textos que circulam por ai de lista em lista, de blog em blog. Poemas verdadeiros não são simples versos. Poemas são seres completos, elaborados. Poemas são os filhos que uma poeta gera, quando conta sobre a beleza das pequenas coisas da vida, quando se revela por inteira, mostra sua alma sem medo de ser feliz. Poesia e mulher, combinação perfeita. Inseparável e que sempre dará bons filhos. Filhos eternos que levarão pelo mundo, além do tempo e do espaço, a alma de sua mãe. Assim como eu sinto a presença viva de uma avó que eu não conheci, somente ao ler seus versos.

Salvador, 11.11.2003 (postado antes no Recanto das Letras)

 

Uma coisa que todo mundo curte é conferir o que as famosas usam nos tapetes vermelhos das cerimonias de premiação. Esse ano, no Oscar, vi que decotes enormes tipo “vê o trailler mas não vê o filme” marcaram os vestidos de muitas das famosas presentes a festa.

Viola Davis vestiu Armani e estava deslumbrante de vermelho. O Cabelo estava show e a clutch prateada era o must perfeito para o traje. Mil!!!

Emma Stone usou Givenchy e o vestido estava tambem bonito e elegante com a saia de franjas. Como esbanjou no tamanho dos brincos, e o vestido já tinha brilho, não usou outras joias. Perfeito.

Hailee Steinfeld estava exagerada.Transparencia a la periguete na saia, excesso de frufru nas costas. Coisas para aparecer que não mostram elegancia.

Pode ser Versace e ter custado caro. Mas eu achei o vestido de Halle Berry um horror. Se ela fosse cantar no trio elétrico, menos mal…

Quem mostrou o trailler e quase mostra o filme inteiro foi Scarlett Johansson. Mas o visual dela estava bacana. O cabelo tambem.

Pra que tanta saia leslie Man. Mas eu gostei do modelito embora fique pensando como ela não entalou na cadeira do teatro com tanto pano.

Absurdamente lindo. Vestido dos sonhos para muita gente e olha o decotão que muitas usaram.

Meio vintage e nada básico o modelito de Kirsten Dunst. Adorei o cabelo meio bagunçado.

Jessica Biel, natal já passou. Horrivel.

Felicity Jones usou Dior. Mas parece mais roupa de festival de ballet. Com todo respeito ao ballet, claro…

 

Das Disneylandias, conheci tres, a primeirona, lá da California, a Eurodisney e a de Orlando que na verdade é um complexo de parques. Este, eu não conheço todos. Só alguns. Um dos preferidos é o Magic Kingdon.

Desta vez, pude ver o castelo como ele é. Na primeira vez, ele estava “fantasiado” de bolo em homenagem aos 25 anos do parque. Sim, levei um tempão sem voltar a Orlando. Só no meio de 2014 voltei lá e esta foi a ultima vez em que viajei para o exterior (não por falta de vontade, mas por outros motivos). Ver o castelo significa entrar num mundo de sonhos, cheios de brinquedos divertidos, alguns superradicais, mas os que eu mais gosto, são os mais bestas.
Um que eu vou todas as vezes em que vou a um parque disney é o It’s a small world. Para quem não conhece, é o seguinte:voce toma um barquinho e vai passeando entre um monte de bonecos representando os mais diversos paises do mundo cantando a mesma musica sempre It’s a small world. É um brinquedo besta, sim, não dá sensação nenhuma, mas é bonitinho
Outro brinquedo que eu gostei e é legal é a gruta da Pequena Sereia. Muito fofo com a representação dos principais momentos do desenho. Você tambem toma um barquinho, este em formato de concha e vai circulando pelo cenário e ouvindo as musicas do filme.

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Como escrever uma novela de Benedito Ruy Barbosa
1 – coloque duas familias rivais em alguma região do Brasil (só não vale repetir, Pantanal, Goiás, Sul da Bahia)
2 – pra variar, coloque uma das familias como descendente de estrangeiro, de preferencia italiano falando mama mia de meia em meia hora
3 – coloque uma familia rica com um coronel e uma pobre que vão se engalfinhar até o final da primeira fase.
4 – na segunda fase, convide Antonio Fagundes para repetir o eterno papel de painho, rei de alguma coisa, ou simplesmente ele mesmo
5 – escale monte de atrizes com vestido rendado de florzinha e cabelo cacheado
6 – complete com musica sertaneja na trilha, os mesmos diretores de sempre e arremate com um faroeste caboclo bem deja vu.


Aguardem como escrever uma novela de Gloria Perez entre outros.

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Em 1970, um filme levou milhares de pessoas ao cinema em todo mundo, Love Story. Era uma historia água com açúcar, em que o herdeiro de uma grande fortuna e estudante de direito em Harvard, Oliver, interpretado por Ryan O’Neal, se apaixonava noivava e casava com Jennifer, uma professorinha pobre interpretada por Ali Mc Graw.

s Elizabeth Alice MacGraw, seu nome de batismo, nasceu em 1 de abril de 1939 e começou a trabalhar aos 14 anos de idade. Foi garçonete, ganhando um concurso interno de beleza: a mais bela waitress do ano de 1957. Traballhou em decoração de interiom 1970res, vitrines, assistente de fotografia até se tornar modelo.
O primeiro sucesso no cinema veio em 1967, Goodbye Columbus, mas sua carreira só tomaria impulso com Love Story. Este quase não saia do papel.
a Paramount não queria filmar, por falta de dinheiro. O diretor Arthur Hiller, que havia recusado O PODEROSO CHEFÃO, correu atrás para que seu amado projeto tivesse a aprovação do estúdio. E teve. Antes de Ryan O’neal ter sido contratado como ator principal, foram mencionados os nomes de Beau Bridges, Michael York(de CABARET) e Christopher Walker. Todos recusaram o papel.
O filme causou impacto em sua vida e sua carreira poderia ter tido outro rumo se não fosse o que aconteceu em um dos filmes subsequentes. Ali era casada com Robert Evans, produtor executivo da Paramount. Ai, filmando Os Implacáveis, ela conheceu e se apaixonou por Steve Mc Queen, foi o bastante para separar do marido e casar-se outra vez. Ficou com Mc Queen até a morte do ator por cancer em 1978. Nunca mais casou outra vez, Fez algumas aparições em séries e filmes, escreveu uma autobiografia, aparece em eventos comemorativos como os 45 anos de Love Story, que foi filmado em Boston e Nova York.  Mora no Oeste dos Estados Unidos se dividindo entre a California e o Novo Mexico.

 

Se o vestido contasse pontos, Jessica Chastain, candidata a melhor atriz por A hora mais escura, estaria entre as tops.

Ela estava de Armani Privé, meio dourado, bordado, enfim, vestido pra subir no palco e esnobar com o Oscar na mão.

***
Falando em esnobar no palco, Jennifer Lawrence, a vencedora do premio de melhor atriz por O lado bom da vida, tadinha, se deu mal. Estava com um vestido Dior, bonito, mas muito armado e com uma cauda enorme. Tropeçou no palco e caiu. Hoje, está nas páginas de jornal e sites da net pelos motivos errados.
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O modelo mais comentado na TV, na net. e etc foi o de Anne Hathway, vencedora como coadjuvante por Os miseráveis. Estava chique, mesmo, e sem exageros.
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E o povo já gosta de falar mal. Certo! Ela comprou o vestido na loja de departamentos H&M, que vende roupas da moda meio baratinho (nem tanto assim). Mas, se eu fosse Helen Hunt faria o mesmo. A indicação ao Oscar foi protocolar, acho que ela sabia disso. Senão, não economizava no vestido, que não estava feio e veio acompanhado de joias caras.
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Charlize Theron, de cabelos curtissimos (assim como varias outras atrizes que também estavam usando cabelos curtos), foi alvo de fofocas. Dizem as más linguas que o modelito que ela usou seria copia do vestido de Anne Hathway no Globo de Ouro. Cópia, não foi, mas que parecia, parecia. Mesmo assim, estava chiquerrimo.
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Sei que era um Oscar de la Renta. Sei que custou milhares de dólares. Mas eu não gostei do vestido de Amy Adams, também uma das indicadas da noite. A atriz de Julia e Julie e de Encantada, parece não ter se desvencilhado do papel de princesa de desenhos animados que vem parar na Manhattan moderna e me apareceu com um vestido cheio de frufrus na saia.
Oscar tambem tem bizarrices. Uma delas foi o vestido de Kelly Rowland (o ó, aqui pra nós).
E mais unzinho, o de Sandra Bullock.

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Maria de Fatima Dannemann

Como sempre, a Globo é alvo de críticas. Culpa do Fantastico, que anda mais chato do que nunca, do BBB13 que está que é pura manipulação, e do exagero na promoção de coberturas que viram apenas tapeação. Ontem, quem não tinha TV por assinatura, viu apenas um pedaço da cerimônia de entrega do Oscar 2013. Quando começou a transmitir, já tinham sido distribuidos uns dez prêmios.

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Bom, quem pode, acompanhou a cerimônia nos antes, durante e depois. O E, desde de tarde, mostrou prévias, red carpet, fez entrevistas e coisas assim. O TNT, tres horas antes da Globo começar sua transmissão, já mostrava o Red Carpet. Quando a cerimônia começou a ser transmitida na íntegra pelo TNT, o Fantástico sequer havia terminado, e ainda vinha o BBB depois.

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O prêmio este ano foi mais ou menos dividido. Mais ou menos, porque em vez de um faturar a maioria, foram vários ganhando entre uma e quatro estatuetas. O mais premiado foi As Aventuras de Pi, de Ang Lee. Acompanhando a tendência de outras premiações, inclusive o Golden Globe, Argo (que passou batido pelos cinemas brasileiros) foi o vencedor de melhor filme e dois outros premios, num total de tres.

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Campeão em indicações do ano, 11 ao todo, Lincoln ficou com só dois premiozinhos, melhor ator para Daniel Day Lewis (que eu não gosto desde que ele fez Meu pé esquerdo, filme chatissimo, aliás) e melhor direção de arte. Apesar do numero musical, com todo elenco cantando ao vivo, ter sido aplaudido de pé, Os Miseráveis não ganhou de melhor canção (perdeu para Adele, com Skyfall, musiquinha meio chata).

***

Mas, música chata ganhar o prêmio não é novidade. Les Miserables, na verdade, nem podia ganhar de trilha sonora uma vez que nem foi inédito (só teve uma canção que não estava no teatro). O musical ganhou maquiagem, atriz para Anne Hathway (não morro de amores, mas ela está bem na fita como Fantine) e mixagem de som. Empatou com Argo no numero de premios.

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Jennifer Lawrence, que está otima em O lado bom da vida, ficou mesmo com o Oscar de melhor atriz. Foi o único deste filme que é uma delicada comédia meio romântica, meio dramática (coisa que a Academia, careta no último, nem curte muito). Django Livre teve mais sorte e abocanhou dois, ator coadjuvante, Christoph Waltz, e roteiro original para Quentin Tarantino.

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Enquanto isso, a Globo formava mais um paredão no BBBesta 13. Eu errei vários dos premios do Oscar (jurava que Os miseráveis ia ganhar e que Bradley Cooper iria levar o de melhor ator por O lado bom da vida. Mas eu esqueço que são quatro mil americanos, em sua maioria veteranos do cinema e caretas.). Mas acertei no paredão. Marcelo, Elieser e Nasser na berlinda.

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Espero que as pessoas votem certo. Falo isso, pois em vários portais da net, há chamadas do tipo vote aqui mas são apenas enquetes. Quem quiser votar MESMO, e me ajudar a detonar o pior dos tres, ELIESER, que entre no site da Globo, clicando AQUI

Uma coisa que eu aprecio nas cidades que eu visito são as artes. Não só as artes dos museus e galerias, mas as artes de ruas. Em Buenos Aires, no ano passado, registrei algumas dessas artes. Duas portas encobertas por um painel em uma avenida movimentada do centro da cidade.

No estádio do Boca Juniors

Uma ambientação interior em uma galeria de lojas do Caminito

Fatima Dannemann

Livros

Água para elefantes – de Sara Gruen – Alem da descrição da vida errante nos circos americanos durante a década de 30, logo após a quebra da bolsa de valores, a grande depressão e a lei seca, o livro dá uma pincelada na vida que os idosos levam em abrigos ou internatos: cercados de cuidados, imersos em lembranças e esperando a visita da familia que nunca chega para bucar. A obra alterna a vida de Jacob na velhice e nos tempos em que era veterinário em um circo.

A Casa Torta – de Agatha Christie – muito provavelmente, o leitor vai precisar recorrer a sebo, bibliotecas ou pedir emprestado aos amigos para travar conhecimento com um(a) dos(das) mais perversos(as) criminosas que a autora inglesa criou. E os motivos futeis que levam ao assassinato, chocam. Detalhe, Agatha considerava este seu melhor livro. Pode não ser, mas vale a pena.


Filmes

Meia-Noite em Paris – Woody Allen traz um pouco de fantasia com direito a homenagem aos artistas e escritores que viveram em Paris e formaram a geração perdida. Tudo embalado pela musica de Cole Porter, num dos melhores momentos do cinema até agora. Imperdivel.

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