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Maria de Fatima Dannemann

Qualquer agente de viagem brasileiro, mais acostumado a propalar as “belezas” ou “atrações” de lugares como Cancun, Dubai, Las Vegas ou os parques Disney, vai lhe dizer quando o passageiro pergunta sobre Frankfurt, na Alemanha: “ah, lá não tem nada o que fazer, não”. Ledo engano do funcionário da agencia que muitas vezes nunca saiu do Brasil nem para conhecer paises vizinhos como Argentina e Uruguai. Ele não sabe o que está perdendo pois não só em Frankfurt, como em toda a Alemanha, tem-se muito o que ver e fazer, sim.

Um dos maiores e principais países da Europa ocidental, a Alemanha, reunificada desde os anos 90, é um dos países mais ricos e mais desenvolvidos do mundo e um pouco disto pode ser visto em Frankfurt que é uma das suas principais cidades. Situada a beira do Meno (Main, em alemão) é uma bela cidade onde o supermoderno se encontra com o supertradicional formando um contraste interessante.

È o mais importante centro financeiro da Europa, conta com 670 mil habitantes no município e cinco milhões na área metropolitana. Uma das suas maiores fontes de renda é a realização de feiras e exposições: anualmente são realizadas mais de 50 desses eventos. Cuturalmente, é a cidade de Goethe e da Escola de Frankfurt. Tem mais de 60 museus, biblioteca e um jardim zoológico bem grande.

O centro comercial da cidade é grande e variado, com lojas de departamento e boutiques de griffe se espalhando por ruas exclusivas para pedestres. Como não poderia deixar de ser, cervejarias se espalham por toda a cidade, especialmente na beira do rio. Quem gosta de passeios de barco, pode fazer cruzeiros pelo Meno. Ir de Frankfurt para qualquer lugar da Alemanha ou do mundo é fácil. Possui um aeroporto enorme e supermovimentado, boa rede de trens, metro, ônibus e excelentes rodovias. Para ver tem: Museu Senckenberg, Katherinenkirche, Igreja de Santa Catarina, Roemer Platz, Torre de Eschenheim, entre outros.

Então, quando o Agente de Viagens disser que em Frankfurt, não tem nada, o passageiro pode citar tudo isso e mais uma história que começa ainda na Idade Média e continua acelerada rumo ao futuro.

Fontes: Wikipedia e experiência pessoal da autora.

Foto: Maria de Fatima Dannemann

“Isso existe ou é de plástico?” não é raro ouvir coisas desse tipo quando alguém se depara com o peixe lua no oceanário de Lisboa. O maior peixe ósseo do mundo, chegando a medir mais de 3 metros e pesar mais de 2mil kg, pertencente a ordem tetraodontiformes é mesmo esquisito. Tem o formato arredondado, não tem barbatana caudal e e a locomoção é feita pelo movimento conjugado das barbatanas dorsal e anal.
Ele habita regiões quentes dos oceanos Atlântico e Pacífico e mesmo que sua ocorrência seja rara, pelo menos três exemplares foram capturados recentemente. Dois deles no Brasil, em 2007, sendo um em Pernambuco e outro em Santa Catarina. É também chamado Mola-Mola, e não é comestível porque sua carne contem neurotoxinas em grande quantidade. As vezes é visto boiando na superfície do oceano. Embora seja enorme, não é considerado dos mais agressivos.
Fonte – Wikipedia

Salvador

Meditação da Lua Cheia – a terapeuta holística Denise Dinigre conduz na sexta-feira, dia 6, a meditação da lua cheia do signo de Leão. Os trabalhos se inciam as 19h30 e pede-se que os participantes cheguem pelo menos 15 minutos antes. Endereço: Rua São Paulo, 682 – 201 – Pituba – Salvador – Bahia. Informações: 71 9925-4397 / 3379-2641 (resid).

Eco Run – Meia Maratona de Revezamento – será no dia 30 de agosto na Orla a corrida que conta com o apoio da Brasken. Podem participar duplas e quartetos. As inscrições já estão abertas na Internet pelo site http://www.ecorun.com.br

IV Encontro Regional Pathwork – será nos dias 22 e 23 de agosto no Bahia Othon Palace Hotel, em Ondina, o encontro que tem como tema O Poder de Criar. O encontro se destina a profissionais, estudantes e público. Informações pelo telefone 3240-6388

Outras cidades

Workday Sustentabilidade Pessoal para Mulheres – Acontece em São Paulo nos dias 1 e 2 de agosto ou 22 e 23 de agosto próximos. A ministrante será Julia P. Wunderlich, Consultora e Coach, atendendo em empresas e clientes individuais, como Consultora farmacêutica em projetos de fitoterapia para o SUS e Diretora do Instituto Holos de Qualidade, Núcleo de Balneário Camboriú, SC. Local: Av. Brig. Faria Lima, 2954 – Edifício Hyde Park – 10 andar – cj 102 – Jardim Paulistano – São Paulo – SP Informações e inscrições: 11 4063-2245 – 3492-5643.

Jornada de Forrmação em Arteterapia – Ofinicina de sentimentos – Organização: Incorporar-te: Espaço Terapêutico Corpo Artes – Coordenação: Grupo de Formação de Terapeutas em Arteterapia. Turma: RIO MENSAL I Ana Carmen Marinho, Lenise Souza Cruz e Lúcia Camargo Data: 23/08/2009 Local: Av. Nossa Senhora de Copacabana, 435/1101 Horário: 10:00 às 16:00 h OBSERVAÇÃO: Cada participante deve levar um instrumento de percussão para uso na Oficina. Informações e Inscrições: (21) 96747595/3062-3400 http://www.incorporarte.psc.br

O nome é esquisito a aparência, também. Os desavisados, ao verem uma foto, pode até achar que é montagem. Não é. A orelha é de coelho, o “shape” é de tamanduá, o focinho de porco, mas o bicho é real e é também conhecido pelo nome – igualmente esquisito – de Orictéropo. Este animal vive em bandos nas savanas do sul da África e é pouco visto devido aos hábitos noturnos. Também chamado, no popular, de urso formigueiro, é meio castanho patas fortes e garras afiadas que ele usa para cavar formigueiros e assim poder se alimentar.
O orictéropo ou aardvark é um animal de médio porte que pode pesar entre 40 a 100 kg. Têm uma pele espessa e de cor amarelada a acastanhada, revestida por poucos pelos, e orelhas compridas e bicudas. A dentição do oricterope é única na classe dos mamíferos e o motivo pelo qual são classificados numa ordem à parte. O adulto tem 20 dentes que não tem esmalte como os de outros animais. Comem principalmente formigas, mas outros insetos e pequenos roedores, também. Graças a sua preferência alimentar tem sido uma forma de controlar pragas como formigas em fazendas da África do Sul.

Fonte – Wikipedia

Andei vendo meus blogs e acho que estão bonitinhos, corretos, mas falta algo mais pessoal, então, vira e mexe vou soltar o verbo aqui na primeira pessoa. Assumir o que eu penso do mundo.

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O que me levou a ficar distante escrever como se fosse uma mera espectadora da vida foram as criticas. Cansei de nunca receber um elogio. Sou humana, gosto de confete, e pronto…

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Deixei de escrever poesia porque nessa net todo mundo se diz poeta e escritor. É cada lixo… Caramba, não consigo passar do titulo. Muita coisa ruim circulando.

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E o pior nem é isso, mas é serem os autores dos lixos aqueles que mais lhe criticam e não só pelo que eu faço, mas pelo que eles acham que eu seja.

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Hoje chegou um desses lixos, resolvi ler por causa do titulo “PVT”. O poema, estruturalmente, é péssimo, obvio, parece mais música brega, mas o assunto chamou atenção porque a autora fala sobre as farsas que algumas pessoas montam na net.

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Ela foi light. Falou apenas sobre o que “rola” no pvt dos e-mails dos integrantes das listas de e-mail do yahoo e similares. Era pra ser, lista de discussão. Mas criou-se o mito de que não é para discutir ou criticar.

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Moderadoras soltam seu lado megera só para censurar quem elas acham que deve censurar, dar “esporro” em público, expulsar ou banir quem elas “não vão com a cara”… Bom, ainda bem que existe o twitter, o orkut, etc, porque ninguem é obrigado a aturar clones virtuais de Hitler querendo ressucitar a censura no Brasil.

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Ah, falei, falei e… Sabem que esse mundinho de nicks, “escritores e poetas”, listas, etc, cansou. Eles criticam tudo, minhas novelas, meus escritos, não leem meus e-mails porque eu me recuso a “formatar” e botar efeitos de video-clip que travam tudo. Acabaram criticando tanto que eu fiquei distante. Escrevendo como uma observadora, afastada dos pvts e das intrigas.

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E está melhor assim. Mas que falta um toque de mim mesma, falta. quem sabe e agora eu volto a falar assim, na primeira pessoa do singular, conjugando os verbos como eu quiser.

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Maria de Fatima Dannemann

Ninguém corre o risco de ser preso em flagrante por tomar cerveja ou vinho na Tunísia. Considerado um dos mais liberais dos países do mundo árabe, essa república da costa mediterrânea do Norte da África, encravada entre a Líbia e a Argélia, vive um momento de relativa abertura e, boa noticia para quem gosta de viajar: turistas são bem vindos por lá. No cardápio dos resorts, hotéis e bons restaurantes que se espalham pelo país, há cerveja e vinho. Podem não ser iguais aos alemães ou brasileiros, mas dá para brindar a oportunidade única de ver um país que tem 10 mil anos de história com influencias fenícias, romanas, gregas, berberes e – obviamente – árabes.

Surpresas se sucedem desde a bela capital Tunis, uma cidade moderna e cosmopolita com shoppings, inclusive, litoral – imperdível Sid Bou Said, próximo a Tunis com seu visual que lembra a Grécia e casas de US$ 1 milhão, Hammamet, onde a pessoa pode fazer spa em uma de suas termas – na belíssima ilha de Djerba, que os tunisinos juram ser onde Ulisses enfrentou as sereias, e no deserto do Saara. Sim, uma boa parcela da Tunísia é desértica ou formada por lagos salgados como o Chott El Jherid.

Arte, cultura, história não faltam. No Museu do Bardo, em Tunis, uma bela coleção de mosaicos greco romanos. As ruínas não só da Cartago dos fenícios, como a Cartago estabelecida pelos romanos depois das guerras púnicas. Em Monastir, vale visitar o Ribbat e o memorial de Habib Bourguiba, o homem que tornou a Tunísia independente da França e transformou numa nação moderna e relativamente democrática.

A música e a comida do país são um must. Os ritmos se misturam. Influencia árabe e até mesmo pop music, no litoral, e um som mais tribal e bem percursivo no deserto. A comida tem no couz couz seu carro chefe. Esse prato lembra o cozido dos baianos só que com grão de bico e no lugar do pirão, uma espécie de farofa feita com a sêmola do trigo temperada com açafrão e bem picante. Os doces são sensacionais e no litoral a influencia mediterrânea é notada nas saladas, peixes e omeletes. Tudo, aliás, no capricho.

Embora não seja obrigado as mulheres andarem cobertas, esta tradição é seguida em inúmeros lugares e não é bom andar sozinha. Que ninguém tente fotografar uma futura noiva, coberta dos pés a cabeça e vigiada pela sogra: pode dar rolo sério. No interior, é comum ver gente com trajes típicos (belíssimos, aliás) e morando em tendas nômades ou mesmo cavernas como em Matmata, onde foi filmado Guerra nas Estrelas. O calor chega a mais de 50 graus no verão. E fora das cavernas é impossível agüentar o tranco.

Fontes e foto: experiências e arquivo pessoal da autora que esteve na Tunísia em fevereiro de 2008

poderosasdasemana

Vera Martins

Gabriela Rossi

Berna Faria

Ângela Guimarães

Evanice Santos

Aurora Vasconcelos

Isabel Santos

Kardé Mourão

Marjorie Moura

Ana Lívia Lopes

Kátia Borges

Patrícia Moreira

Eduarda Uzeda

Vera Mattos

Ana Maria Vieira

Angela Barreto

Monica Bichara

e muitas outras que fazem um jornalismo sério e profissional de norte a sul do pais

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Fonte: Le Biscuit – pesquisa realizada no inicio do mês de julho

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Estranha doença acometendo alguns baianos: moleza no corpo, calafrio, dores de cabeça, articulações e região abdominal, sem nenhuma febre, nenhuma diarréia. Só sede, sono, cansaço. Vem e vai embora em três dias.

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Noivas e mais noivas na Caras da semana passada. Stephany Brito parecendo princesa, Carol Castro correta, de acordo com o horário da cerimônia, a noiva de Robinho e mais algumas.

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Ana Maria Braga andou mal, chegou a ser internada mas não foi nada grave e ela voltou logo pra casa, segundo as colunas de fofoca da Internet. O programa Mais Você, na verdade, nem deixou de ser transmitido.

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Set ou Transalvador, tanto faz. Mudou o nome, mas não mudou a falta de providências para com os eternos problemas de trânsito em Salvador. Nas sinaleiras da Pituba, nego só para para pedestres atrevidos que usam squeezes ou guarda chuvas como ameaças.

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Finalmente Mirella Santos tomou o caminho da roça em A Fazenda. Durante as semanas em que ficou no reality que anda tirando o sono da Globo, Madame Latino só fez manipular votos e fofocar com a Samambaia.

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A Globo lançou o Jogo Duro mas nada é menos real e mais gélido do que um programa “ao vivo” pré-gravado. Catar dinheiro entre cobras e outros animais peçonhentos? Já chega a vida real do mercado de trabalho.

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Dia dos pais e as eternas opções de presente: gravata, camisa, calça, bermuda. Porque ninguém pensa em coisas mais modernas como um lap-top ou mp3, mais construtivas como um livro, mais divertidas como um videogame ou uma prancha de surf.

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Voltando aos realities show, um bom motivo para assistir A Fazenda é a trilha sonora com musicas pop americanas, muito rock e alguma coisa dos anos 60 como o Credence Clearwater Revival cantando Have you ever seen the rain em imagens de chuva.

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Quem precisa de roupa corra as lojas: até as mais luxuosas como a Club Domicio, andam fazendo liquidação. Tem boutique dando descontos tentadores. È só escolher algumas peças mais básicas e clássicas de cores não muito marcantes.

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Outras também na Pituba que andam com promoções são a Boutique Tok, Nara Ribeiro, Spell, e várias na Praça Ana Lucia Magalhães. Fora todo o Shopping Salvador, este dando até 70 por cento de desconto.

Quem gosta de almoçar fora, fuja do Porto Gourmet, na Contorno. O lugar é bonito, a decoração legal, os pratos bem feitinhos, mas o serviço é péssimo. Principalmente para grupos com mais de quatro pessoas.

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O problema é que os garçons trocam os pedidos, trazem pratos com acompanhamentos errados, a troca demora a ser feito e ainda vêm com “amostra grátis” de algumas guarnições ou risotos azedos. Uma lástima.

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Para quem achar que é mentira isso aconteceu comigo (a autora da coluna) na última quarta-feira, 22 de julho, durante um almoço. Estragou meu dia, me “queimou” com o grupo que eu estava (fui obrigada a berrar pra ser atendida) mas eu não volto mais lá.

Maria de Fatima Dannemann

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