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Fatima Dannemann

Às vésperas do dia internacional da mulher, nada melhor do que homenagear as secretarias domésticas. Muito mais do que fieis escudeiras que cuidam de outras famílias, são mulheres que se desdobram, acordam cedo, tomam as vezes três ônibus para chegar ao trabalho e quando voltam para casa ainda são obrigadas a uma nova jornada de trabalho para cuidar de sua própria casa. Aqui, algumas delas:

Laura – empregada aqui em casa há mais de 20 anos

Eliana – praticamente criou os três filhos de minha irmã

Dona Dioclécia – ex-lavadeira aqui de casa (não sei se está viva ainda mas menciono assim mesmo)

Fabiana – secretaria da casa de meu irmão Carlinhos

Neide e Leda – irmãs e faxineiras

Maria – (in memoriam) foi empregada de minha avó por mais de 15 anos

Anne – secretaria de meu irmão Marcelo

Lucilia – filha de Laura e ex-secretaria aqui de casa

Débora – empregada da casa de meu tio

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Fatima Dannemann

Junior, um yorkshire terrier, é daqueles que, quando chega visita em casa, ele late, pinota, pula até que o visitante diga “oi, cachorrinho”. Assim como Junior, outros cães de varias raças estão tão incorporados à família que mais parece gente. A palavra “cachorro” (e seu feminino cachorra) podem até ser consideradas ofensivas, mas isto não tira o mérito do cachorro ou cão ser considerado o melhor amigo do homem.

Descendente do Lobo, o cachorro foi um dos primeiros animais a ser domesticado pelo homem. Da seleção por sua aptidão, foram sendo criadas as mais diversas raças e hoje são mais de 400 em todo mundo, além do vira-lata ou mestiços sem raça definida. O cão é um animal social que na maioria das vezes aceita o seu dono como o “chefe da matilha” e possui várias características que o tornam de grande utilidade para o ser humano. Possui excelente olfato e audição, é bom caçador, corredor, obediente e pode executar um sem número de tarefas.

De acordo com a Confederação Brasileira de cinofilia, as raças podem ser dividas em 11 diferentes grupos: cães de pastoreio e boiadeiros, pinscher e schnauzer, terrier, daschunds, spitz, sabujos, pointers, retrievers, cães de companhia, galgos, além das raças não reconhecidas como american pit Bull, dogue brasileiro entre outros.
Por conta de sua convivência com o ser humano, os cães têm sido personagens de filmes e desenhos animados como Rintintin, Lassie, A dama e o vagabundo, Os 101 dalmatas, Marley e eu, Snoopy, Scooby Doo, Floquinho, Monicão, personagens da mitologia como Cérbero, o cão do inferno, e Argos, cão de Ulisses, entre outros

Fatima Dannemann

Uma cidade especial, um dos lugares mais bonitos do mundo, a cidade do Rio de Janeiro só poderia ser pisciana. Fundada em 1 de março de 1565 por Estácio de Sá, a Cidade Maravilhosa continua cheia de encantos mil apesar da violência e de outras mazelas. Segunda maior cidade brasileira, principal destino turístico da América do Sul, o Rio pode nem ser mais a capital do Brasil mas continua imbatível em beleza, charme, criatividade, e no mix entre o natural e o que foi construído pelo ser humano, montanha e mar, antigo e moderno, ousado e tradicional.
Com 160 bairros, situada entre a margem ocidental da Baia de Guanabara, banhada pelo Oceano Atlântico, várias lagoas, pontilhada de montanhas, o Rio de Janeiro é uma das cidades mais cantadas em verso e em prosa no Brasil. Cidade Maravilhosa, Aquele Abraço, Corcovado, Samba do Avião, foi lá que surgiu a bossa-nova, movimento musical brasileiro cultuado em todo mundo.
A cidade é linda e ao mesmo tempo cheia de contrastes. Vai de altíssimos edifícios de luxo na Barra da Tijuca, as favelas que traçam no morro o quadro triste do lado pobre carioca que, aliás, é muito semelhante aos das demais grandes cidades brasileiras. Nos museus, na arquitetura, na arte, e nos parques o antigo e o moderno. A ultramoderna Catedral Metropolitana de um lado, igrejas antigas como a Candelária, de outro. Prédios imponentes do tempo do império como a Biblioteca Nacional, o Museu Nacional de Belas Artes e o moderno Aterro do Flamengo com um cartão postal mais recente mas igualmente importante, o Museu de Arte Moderna.
Ao lado de tudo isso, um povo bem humorado, que sabe viver, o carioca. É ele quem trabalha e impulsiona um dos maiores centros financeiros do pais e ao mesmo tempo senta na mesa dos botequins para discutir duas paixões nacionais do carioca: samba e futebol. Foi essa mistura de irreverência com responsabilidade ao longo de quase 200 km de Orla Marítima que fizeram do Rio sede de eventos importantes como a Eco-92, o Pan e as esperadas Olimpíadas de 2016. Uma cidade pisciana, intensa, linda que aos 445 anos se mostra eternamente jovem.

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