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Uma jovem inglesa casa com um viúvo cheio de segredos e vai morar numa casa na área rural. Rebecca? Nada, pode esquecer. Até porque qualquer semelhança do romance de Daphne du Maurier com O perfume da Folha de Chá, de Dinah Jeffries, começa e acaba no fato de Gwen, assim como a heroína de Rebecca, casa com um viúvo cuja primeira esposa morreu afogada e envolta em segredos. Enquanto Rebecca era fútil, dissimulada e adultera, Caroline, a primeira mulher de Laurence, era doce, suave e todos gostavam dela.

O Perfume da Folha de Chá é ambientado na área rural do Sri Lanka quando o pais ainda era uma colônia inglesa chamada Ceilão. É para lá que Gwen segue recém casada e passa a viver numa bela fazenda de chá, sem compreender as brigas entre etnias, o preconceito dos ingleses para com os criados cingaleses e tâmeis. Ou seja, bem diferente do clima dark de Rebecca. Aliás, Gwen nem precisa enfrentar uma governanta chata. Para “atentar seu juízo” tem sua cunhada mimada e desonesta além de uma banqueira americana que era apaixonada por seu marido.

Em meio a vida na fazenda, as tramoias da cunhada e a presença de um cingalês charmoso, Gwen tem seus filhos gêmeos, é obrigada a fazer uma escolha drástica e aos poucos vai desvendando o mistério que cerca a morte de Caroline, a primeira esposa de seu marido, pouco tempo depois de ter tido seu primeiro filho.  É o segundo romance de Dinnah Jeffries, que nasceu na Malasia e foi criada na Inglaterra. Publicado pela Editora Paralela, vale a leitura.

 

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ally

Descobri Lucinda Riley por conta da capa de um de seus livros que me impressionou muito, A luz através da janela. Comprei, gostei, fiquei fã, comprei e li outros livros da mesma autora até chegar à saga As Sete Irmãs. Segundo a autora, serão sete romances, cada um deles contando a historia de uma das irmãs adotivas que ganharam nomes inspirados nas estrelas (e lendas) da constelação das Pleiades. Em linhas gerais, um milionário identificado como Pa Salt, cria seis meninas numa mansão às margens do Lac Leman, na Suiça, próximo a Genebra. Um belo dia ele morre, as moças são convocadas à casa onde além da herança recebem pistas de suas origens.  Então vão a luta para descobrir quem realmente são e de onde vieram.

Já saíram três volumes. O primeiro, é a historia de Maia – a primeira a ser adotada – que se passa no Brasil e cujos ancestrais estão ligados à construção do Cristo Redentor. “A irmã da tempestade”, o segundo livro, se passa entre a Grecia e Londres atuais de Ally (Alcione), cujas origens estão ligadas à Noruega e ao compositor Grieg. Em “A irmã das sombras”, a protagonista é Estrela com participação de sua inseparável irmã Ceci. Se passa na Inglaterra e novamente tem o aspecto fantasioso ao ligar sua historia ao Rei da Inglaterra e a uma escritora de historias infantis.

Os livros de Lucinda Riley são bons de ler embora sigam sempre uma mesma linha misturando passado e presente. No final é que tudo é esclarecido embora seja possível até advinhar algumas coisas. São meio clichês na medida em que as heroínas sofrem, sofrem, sofrem até chegarem ao sonhado final feliz. Mas vale a leitura. Das sete irmãs, a historia da Ally foi o que eu mais gostei. Principalmente pelo modo como ela narra o estilo de vida na Noruega da virada dos séculos XIX e XX.  Mas de todos os livros de Riley, os que eu mais gostei realmente foram A luz através da janela e A garota do Penhasco. Mas estes são outras historias.

 

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