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Josiane usa muito preto no olho. Fica parecendo uma máscara e dar um ar de má… O que não precisa. Ela é bonita naturalmente.

Michelle, a primeira eliminada, é a patricete da vez. Bem fashionzinha, bem grifezinha, mas não costuma passar as roupas a ferro (seus vestidos só apareciam machucados).

Fran é a campeã de roupas bizarras da vez. pena, porque de rosto, ela é a mais bonita. Mas quando aparece de vestido, bonezinho, lacinho e meia de força, putzz…

Ana Carolina, pelo menos nas fotos e no vídeo, faz o gênero normalzinha…

Milena é fashion bem urbana e casual. Mas bem que podia tirar a água oxigenada do cabelo.

Maira passou pouco tempo na casa. Foi cara, boca, excesso de maquiagem, intrigas e uma cafonalha só: bota com blusa decotada de alcinha? Nem na fazenda, benhê…

Por incrivel que pareça, já que ela era lamurienta e aborrecida, Mirla nas fotos se mostra uma das concorrentes mais chiques.

A primeira Maira não passou da casa de vidro. Pena. Talvez por ser baixinha e ter o cabelo curto. Mas que a menina é fashion e up-to-date ninguem nega.

Naná pode se dizer “idosa” na idade. No vestuário ela se mostra jovial e bem de acordo com o clima confinamento.

Os modelitos de Priscila tem mais recortes e decotes do que precisavam. Afinal, o tipo “periguete” da moça não emplacou. Ela vem se mostrando justamente o contrario: apenas uma menina equilibrada e sonhadora.

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Jessica Biel exagerou na festa do Oscar. Escolheu um modelito, ó, vou te contar… Não se sabe bem o que era aquilo. Mas que lembrava um cabide cheio de toalhas de banho, parecia…

Antes de qualquer coisa, pau puro: quem não tem TV por assinatura teve que se virar com as TVs on line para assistir ao Oscar. Como nem sempre o sinal está bom, foi uma tarefa herculea. Culpa da Globo que não quis abrir mão de impor ao resto do Brasil o desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro. Poxa, já chegam os jogos do Corinthians e a mania de querer transformar Ronaldo ex-fenomeno em ídolo tardio.

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No visual da mulherada deu de tudo. Discretas e corretas como Natalie Portman, elegantes e majestosas como a vencedora Kate Winslet, vintage como Penelope Cruz e over mais do que over Beyonce. Ela é bonita, não precisa de um vestido de gosto tão duvidoso para aparecer.

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Como era previsto, Heath Ledger foi escolhido o melhor ator coajuvante por seu Coringa em Batman, O Cavaleiro das Trevas, foi mais um caso de premiação póstuma (o decimo quinto, aliás). Peter Finch, segundo todos lembram, ganhou o premio de melhor ator por Rede de intrigas pouco depois de morrer.

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Quem quer ser um milionário desbancou O curioso caso de Benjamim Button. Este teve 13 indicações mas só ganhou premios secundários e técnicos. Quem quer ser… faturou oito dos 10 premios a que foi indicado, inclusive o de melhor diretor.

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Agora, carnaval: Inspirada na Ilha de Ibiza, a fantasia que Claudia Leite usou na segunda-feira estava bonita, lembrava o mediterrâneo na cor e nos toques greco-romanos e orientais. Mas o cabelo da moça, elaborado e intrincado, lembrava a velha e boa Jeannie é um genio. Só faltou a garrafa e o amo.

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Kate Winslet, vencedora do Oscar de melhor atriz pelo filme O Leitor (assistam, é 10!), esteve majestosa com o vestido de um ombro só, discreto, correto. Um dos poucos que não foi tomara que caia. Os “críticos” de moda não gostaram do excesso de tomaras que caia. Mas, é bom lembrar que na dúvida, melhor seguir a tendência do que tentar inovar e sair algo esquisito. Kate, no caso, foi vestida para matar. Matar as concorrentes de inveja…

Os críticos de moda esqueceram-se de mencionar o modelito da rainha do striptease e ex-mulher do roqueiro Marilyn Manson, Dita von Teese. Na festa que Elton John ofereceu depois do Oscar, ela apareceu com um modelo amarelo, brilhoso, cheio de drapeados, pregas, laços. Mais parecia uma sacola de presente. E a cor nem combinou com sua palidez de dama medieval.

Barbie, a boneca mais famosa do mundo comemora 50 anos na Feira de Moda de Nova York, evento em que 50 estilistas vão homenageá-la como ícone de moda

 

Maria de Fatima Dannemann

 

           Mônica e sua turma cresceram. As Meninas Super-Poderosas também ficaram mais velhas. Mas, se a Barbie envelhecesse? Bom, talvez se encontrassem nas lojas as versões Barbie-Silicone, Barbie-Botox, Barbie-Lipo ou Barbie-Cirurgia Bariátrica, Barbie-Chapinha já que uma das características que tem cercado a boneca mais famosa do mundo é a sonhada idéia de juventude e beleza eternas. Gracinhas a parte, Barbara Millicent Robert, nascida sob o signo de peixes no dia 9 de março de 1959 em Willows, Winsconsin, criada por Elliot e Ruth Handler, fundadores da Mattel e batizada com o nome de sua filha, foi criada para simbolizar a mulher moderna e independente que nos anos 50 começava a dominar no cenário mundial, mas hoje é criticada por simbolizar justamente a mulher objeto, obcecada por imagem e acusada de favorecer a anorexia e a bulimia além de um ideal de corpo que não existe (a menos que a pessoa se submeta a sucessivas plásticas).

          Amada por uns, odiada por outros, a Barbie é o brinquedo mais vendido em todo mundo. Logo após o seu lançamento vendeu 300 mil exemplares. Nos anos seguintes ganhou um namorado, Ken, amiga, irmã mais nova. Mais recentemente, tornou-se personagem de desenhos animados e em As 12 princesas ganhou versões criança, pré-adolescente, morena, loira, ruiva (embora a personagem principal dos filmes seja invariavelmente loira, olhos azuis, com a cara que lembra Farah Fawcett nos tempos em que As Panteras era tudo o que se tinha na TV de um trio de meninas boazinhas que sabiam bater). A polêmica em torno da Barbie vem desde sua criação. Até então, bonecas eram sempre babies e meninas. A Barbie veio adulta, com pernas enormes, peitões e modelitos absolutamente fashion e passou a inspirar estilistas de todo mundo.

 

Padrões Irreais

 

           Ela é apenas uma boneca. Não diz sim, nem não. Ostenta um sorriso meio enigmático e representa – quase sempre – a mulher bem comportada e bem sucedida. Mas há quem veja na Barbie a culpa de toda a correria por padrões de peso, “saúde” e “beleza” que simplesmente não existem mas levam mulheres de todo mundo a doenças mentais ligadas a alimentação como bulimia e anorexia, e a se submeterem a uma série de cirurgias desnecessárias para atingir o modelo de pernona comprida (e de preferência fina) e peitão turbinado. Esse é um dos motivos que levou a Barbie, nos últimos tempos, a uma queda brutal nas vendas, mas não é o único. Começaram a surgir outras bonecas com os mesmos “padrões” como a Bratz, e a própria Barbie começou a ser clonada, surgindo as “genéricas” vendidas até em sinaleiras e pontos de ônibus.

         Mesmo com todas as cópias, concorrências e críticas, a Barbie tem seus encantos e seu apelo. No ano passado, um shopping de Salvador realizou uma exposição sobre a boneca visitada não só por crianças mas por adultos. Muitas mulheres com mais de 40 brincaram com as bonecas e hoje este é o presente que elas dão as suas filhas e sobrinhas. Numa das lojas de brinquedo mais famosas de Nova York, a Barbie tem uma área dedicada a ela. Um canto inteiro da Toy’R’Us foi transformado em Palácio Cor de Rosa onde são vendidas não somente as bonecas, mas suas roupas e todos os acessórios que lhe acompanham. O que significa que, mesmo com toda crítica, a Barbie tem um apelo forte entre os consumidores.

           Comunidade no Orkut, fã clube com 18 milhões de participantes, a Barbie ganhou vestido de noiva de mais de 100 dólares desenhado por Vera Wang, foi transformada em personagem de filmes, entre as quais Scarlett O’Hara de E o vento Levou, e já teve versões Grace Kelly, Woodstock, praticante de diversas modalidades esportivas, profissional de diversas áreas, grávida, surfista, e mais recentemente versões de fada, sereia e princesas famosas como Rapunzel.

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