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Fui a Aparecida num bate volta Campos de Jordão – Aparecida – São Paulo com minha mãe, irmã e sobrinho. Gostei, achei interessante mas aviso: fora a Basilica – enorme – não há nada mais o que ver na cidade que é apenas uma cidade do interior.

A cidade, aliás, existe por causa da fé católica que se consolidou com o aparecimento da imagem no século XVIII.  Os milagres atribuídos à representação levaram à construção de uma capela, em 1745, ao redor do qual se estabeleceram vários fiéis e os primeiros residentes. O numero de fieis cresceu tanto que em meados do século XX foi criada a nova basilica que é imensa.

Esta configura-se como o maior centro de peregrinação religiosa da América Latina, recebendo anualmente milhões de visitantes, os quais fazem do município um dos principais núcleos turísticos do Brasil. O municipío fica a 170 km de São Paulo. Tem cerca de 40 mil habitantes e recebe um mundo de visitantes nas epoicas das festividades catolicas.

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Das Disneylandias, conheci tres, a primeirona, lá da California, a Eurodisney e a de Orlando que na verdade é um complexo de parques. Este, eu não conheço todos. Só alguns. Um dos preferidos é o Magic Kingdon.

Desta vez, pude ver o castelo como ele é. Na primeira vez, ele estava “fantasiado” de bolo em homenagem aos 25 anos do parque. Sim, levei um tempão sem voltar a Orlando. Só no meio de 2014 voltei lá e esta foi a ultima vez em que viajei para o exterior (não por falta de vontade, mas por outros motivos). Ver o castelo significa entrar num mundo de sonhos, cheios de brinquedos divertidos, alguns superradicais, mas os que eu mais gosto, são os mais bestas.
Um que eu vou todas as vezes em que vou a um parque disney é o It’s a small world. Para quem não conhece, é o seguinte:voce toma um barquinho e vai passeando entre um monte de bonecos representando os mais diversos paises do mundo cantando a mesma musica sempre It’s a small world. É um brinquedo besta, sim, não dá sensação nenhuma, mas é bonitinho
Outro brinquedo que eu gostei e é legal é a gruta da Pequena Sereia. Muito fofo com a representação dos principais momentos do desenho. Você tambem toma um barquinho, este em formato de concha e vai circulando pelo cenário e ouvindo as musicas do filme.

 

A Suiça é um daqueles paises que trazem a memória paisagens de quebra-cabeça ou de embalagem de chocolate. Como queiram. Mas, muito mais do que isso, é uma nação, situada na Europa Central, que dá ao mundo exemplo de boa vizinhança e democracia. Formada por 26 cantões, a Confederação Helvética, seu nome oficial, possui quatro idiomas oficiais, o alemão, francês, romanche e o italiano, falado na região do Ticino, do qual Lugano, as margens do mesmo lago e pertinho da Italia (mais precisamente da Lombardia e, portanto, de Milão), é a maior cidade (mas a capital é Bellizona). Maior cidade, sim. Mas não pense em nada astronômico. São 65 mil habitantes na cidade que se espalha pelas encostas das montanhas eternamente cobertas de neve e pelas margens do lago. O turista pode passear de barco pelo lago e até ir para outras cidades. Há também possibilidade de ver a cidade do alto tomando uma cremalheira ou teleférico até os picos mais próximos.

Pode-se chegar lá de trem, tanto vindo de Milão como de outras cidades suissas já que o pais é muito bem servido de transportes públicos. A descida da estação para a cidade, de cremalheira, já é uma atração a parte. Na primeira vez em que estive na Suiça, fiquei em Genebra e visitei principalmente as regiões francesa e alemã do país. A diferença principal entre Lugano e as outras cidades talvez esteja no clima mais alegre da cidade. Muitos bares e restaurantes perto do lago servem vinho, cerveja e a boa e velha cozinha italiana.

No centro da cidade mais antiga, há belos prédios, becos, um bom comércio onde não faltam griffes, relojoarias e algo mais pitoresco como loja de perucas e de bugingangas tipicas. (nota, as perucas não são tipicas, as bugingangas é que são)

A beira do lago, com calçadão e travessia segura por passagens subterraneas (embora os motoristas suissos respeitem o pedestre), convidam a belas caminhadas com brisa constante e paisagem de tirar o fôlego alem da sombra das árvores.

Um trenzinho turístico mostra ao visitante o básico da cidade em pouco mais de uma hora. Passa pelo centro, por ruelas de prédios antigos e coloridos, percorre toda a borda do lago até uma cidade próxima e para de novo na principal praça da cidade perto da prefeitura. Como minha ida a Lugano foi do tipo bateu-voltou, aproveitei e fiz esse passeio antes de passar pela loja da Swatch e comprar um legítimo relógio suisso pois, mesmo falando italiano, a população de lá prima pela pontualidade. Especialmente os trens.

 

Em Lugano, há tambem um jato de água no lago como o Jet d’eau de Genebra. Visto do outro lado da rua, com as montanhas nevadas ao fundo, é uma visão de cartão postal.

 

Vale a pena a visita e quem puder se demorar, beleza. Vi que alem de bons restaurantes a cidade é bem servida de hoteis, principalmente na beira do lago. A cidade é pequena, tudo é perto, mas ninguem se iluda. Como outras cidades europeias (e suissas) tem muito o que se ver, lá. E não basta só um dia.

Campos do Jordão, SP, foi uma das mais gratas surpresas de minhas viagens. Situado a 1628 metros de altitude (é o mais alto municipio brasileiro considerando-se a sede), na Serra da Mantiqueira, tem um certo ar europeu, muito charme, um clima ameno, lojinhas com preços convidativos e muito chocolate, entre varias outras atrações. A cidade se espalha entre altos e mais altos ainda e dos mirantes no topo da serra, vê-se a cidade, lá embaixo, com seus predios e casas em estilo chalé. Mas, não somente isso. Uma das residencias oficiais do governo de São Paulo, o Palácio Boa Vista, fica no municipio, no alto de um morro e em meio a um parque bem arborizado e com muitas flores.

Uma outra atração do municipio é o Mosteiro das Irmãs Beneditinas. O complexo de construções que inclui a capelinha da foto abaixo (linda por sinal) fica em meio a um parque belissimo. Os turistas não chegam a perturbar a paz das monjas que ficam enclausuradas. Poucas delas aparecem nas lojinhas que vendem produtos religiosos e deliciosos biscoitinhos. A influência estrangeira é grande. Restaurantes servem especialidades francesas, alemães e suiças, entre outras. A cervejaria Baden é ponto de parada obrigatoria entre nativos e turistas. Muitas pousadas são temáticas como a Canadian Lodge, onde até placas destinadas aos cachorros estão em ingles. Em dias de clima mais propicio, um programa obrigatorio é subir de teleférico aos pontos mais altos para ver as vistas da cidade, que é tranquila e cercada de muito verde.

Uma coisa que eu aprecio nas cidades que eu visito são as artes. Não só as artes dos museus e galerias, mas as artes de ruas. Em Buenos Aires, no ano passado, registrei algumas dessas artes. Duas portas encobertas por um painel em uma avenida movimentada do centro da cidade.

No estádio do Boca Juniors

Uma ambientação interior em uma galeria de lojas do Caminito

Na terceira vez que fui a Italia, o programa da viagem incluia as Cinque Terre, cinco pequenos lugarejos a beira mar, na Costa da Liguria. Quando vi as fotos na internet, tomei susto: Parece a Contorno. Nada a ver. As cidades foram construidas sobre encostas, sim, até as plantações de uva são enladeiradas. Mas os lugares, pouco tem a ver com as favelas brasileiras. Proximo a Levanto, Rapallo, Genova e Sta Margarida da Liguria, o trecho de 8 km de litoral, hoje um parque nacional, engloba Monterosso, Rio Maggiori, Corniglia, Vernazza e Manarola.

As cidades se parecem pois têm casinhas pintadas em tons de terra, rosa, amarelo, e janelinhas verdes. Estas localidades, que junto com Porto Venere e as ilhas de Palmaria, ilha de Tino e Tinetto foram declaradas em 1997 Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, são caracterizadas pelo relevo montanhoso próximo ao mar.

De um lugarejo para outro, dá até para ir andando. São trilhas bem sinalizadas que contornam penhascos e pedras onde os banhistas passam horas e horas tomando sol. Quase nenhum carro anda pelas ruas das cinco cidadezinhas. De uma para outra, pode-se ir, tambem, de trem ou de barco apesar do mar ficar meio agitado em certas horas do dia.

Cinque Terre é uma região lindissima, com mar bastante preservado e muito procurado principalmente durante os meses de julho e agosto, o alto verão italiano. As praias, nessa época ficam literalmente entupidas de gente. Nos vilarejos, muitos barzinhos, restaurantes, principalmente de frutos do mar, e muitas lojas vendendo lembrancinhas e artesanato (se não quiser bugingangas, vá a Genova ou La Spezia, maiores e melhores).

Passei em Sevilh algumas horas. È pouco, muito pouco. Mas eu estava em um ceuzeiro maritmo, o navio para em Cadiz (uma bela cidade andaluza), navio tem hora pra chegar e hora pra partir e o jeito foi correr pra ver, pelo menos o principal da cidade, a quarta maior da Espanha, perdendo apenas para Madrid, Barcelona e Valencia. A cidade tem mais de tres mil anos de historia e o resultado da influência de diversos povos que passaram por lá (romanos, bárbaros, arabes, etc) pode ser visto em monumentos, centro histórico, torres, igrejas e outras construções.
Em Sevilha, becos como esse da foto acima (eu adoro um beco por mais que eles pareçam misteriosos) estão em todo o centro histórico e em uma de suas principais atrações, a Juderia, ou bairro judeu. Sevilha foi fundada pelos tartessos, concretamente os turdetanos, cerca do século XIII a.C., com o nome de “Hispal”. Depois foi ocupada pelos fenícios e cartagineses. Depois passou pelos romanos, visigodos e mouros, que lhe deram o nome de Ishbiliya (árabe أشبيليّة) que derivou depois em Shbiya para terminar no nome atual. Nesta época a sua riqueza cultural cresceu enormemente pela cultura árabe, em tanto que tinha dependência do Califado de Córdoba convertendo-se na mais importante de Al-Andalus. Foi capital dum dos reinos de taifas mais poderosos desde 1023 até 1091 governado pela família dos abádidas. Na época almóada construíram-se a Giralda, o Alcázar e a Igreja de São Marcos. Entre finais do século XI e até meados do século XII assentaram-se os almorávides na cidade, uma época muito boa para os negócios e a arquitectura. Os cristãos reconquistaram a cidade em 1248 durante o reinado de Fernando III de Castela.

Sevilha é banhada pelo Rio Guadalquivir. O nome é complicado justamente por ser uma herança dos mouros. Mas é um rio largo, bonito e belas pontes ligam os dois lados da cidade. O clima de Sevilha é mediterrânico, com influências continentais. A temperatura media anual é de 18,6 °C, o que faz desta cidade uma das mais quentes de Europa. Os invernos são suaves. Janeiro é o mês mais frio, com médias entre 5,2 °C e 15,9 °C e os verões são muito quentes. Julho possui as medias mais altas, entre 19,4 °C e 35,3 °C e todos os anos superam-se os 40° em varias ocasiões. As temperaturas extremas registadas na estação meteorológica do Aeroporto de Sevilha foram de -5,5 °C, em 12 de Fevereiro de 1956 e 46,6 °C, em 23 de Julho de 1995. Há um recorde não homologado pelo Instituto Nacional de Meteorologia que é de 47,2 °C em 1 de Agosto de 2003. As precipitações são de 534 mm por ano, concentradas de Outubro a Abril. Dezembro é o mês mais chuvoso, com 95 mm. Há 52 dias de chuva por ano, 2.898 horas de sol e 4 dias de leve possibilidade de gelo.
Sevilha foi sede da Expo 92, Mas, muito antes disso, sediou a primeira Exposição Iberoamericana, em 1929, da qual ficou Praça de Espanha. Da Expo’92, permanecem parte das instalações que foram reconvertidas no parque tecnológico mais importante da Andaluzia, o parque temático “Isla Mágica” e a monumental ponte do Alamillo sobre o rio Guadalquivir do arquitecto Santiago Calatrava. Destaca-se na actualidade a realização das obras do Metro de Sevilha. Esses e outros eventos deram a cidade toques de modernidade como amplas avenidas e parques com muitas arvores.
estive lá no domingo de Páscoa. Sem dúvida alguma, a principal festa de Sevilha é a Semana Santa, na qual 59 irmandades desfilam pelas suas ruas, saindo dos diversos templos até à “Carrera Oficial” (percurso oficial obrigatório para todas), que começa na Campana e finaliza ao sair da Catedral, onde se realiza a estação de penitência. Um terço da população participa nas confrarias como irmãos da luz, “costaleros” ou membros de uma banda.

Igualmente destacável é a “Feria de Abril”, festa de carácter folclórico que reúne cada ano milhares de pessoas vindas de toda Espanha (e não só) no recinto “ferial”. São típicas as “casetas” (barracas com forma de tendas) onde as pessoas se reúnem para cantar e dançar sevilhanas e flamenco. Durante a semana de “feria” realizam-se uma série de touradas de fama nacional, na conhecida praça de touros de Sevilha “La Maestranza”. Um dos destaques da cidade é a Catedral, considerada uma das maiores do mundo, as torres, o museu das carruagens.

estava me lembrando como o “um lugar no mundo” começou> Foi meio de brincadeira em um dos meus fotologs. Eu catava foto na net, colocava um titulo “tal lugar existe”. Os primeiros foram assim até que um dia eu pensei: porque não acrescentar uma pequena pesquisa sobre o lugar. Fui fazendo assim, com lugares que eu conheço, que eu não conheço, etc.

Nos ultimos tempos vinha postando apenas fotos com textos-legenda curtinhos. As viagens e os lugares me inspiraram um blog vizinho o Meu Mundo e Tudo Mais (sim o titulo é uma homenagem à música de Guilherme Aranges), que eu ainda estou estruturando (mas podem visitar e seguir, sim0.

Enquanto isso, vamos continuar com a coluna Um Lugar no Mundo. Dessa vez, com um lugar pra lá de especial onde eu já estive TRES VEZES, e vou outras milhares de vezes. Adoro Veneza, um lugar mágico apesar de eternamente supoerlotado de turistas e visitantes.

Veneza (em italiano: Venezia, em vêneto: Venexia, AFI: [veˈnɛsja]) é uma cidade e comuna italiana da região do Vêneto, província de Veneza no nordeste de Itália. Tem cerca de 271 009 habitantes e é conhecida pela sua história, canais, museus e monumentos. A comuna de Veneza estende-se por uma área de 412 km², incluindo as ilhas de Murano, Burano e outras na lagoa de Veneza, tendo uma densidade populacional de 646 hab/km². Faz fronteira com Campagna Lupia, Cavallino-Treporti, Chioggia, Jesolo, Marcon, Martellago, Mira, Mogliano Veneto (TV), Musile di Piave, Quarto d’Altino, Scorzè, Spinea. A parte de Veneza em terra firme é a fracção comunal de Mestre.

A cidade foi formada num arquipélago da laguna de Veneza, no golfo de Veneza, no noroeste do mar Adriático. Tornou-se uma potência comercial a partir do século X, no qual sua frota já era uma das maiores da Europa. Foi uma das cidades mais importantes da Europa, com uma história rica e complexa e um império de influência mundial comandado pelos doges, os líderes da cidade. Como cidade comercial, tinha várias feitorias e controlava várias rotas comerciais no Levante. Eram suas feitorias cidades como Negroponto e Dyrrhachium (atual Durrës), assim como ilhas inteiras: Creta, Rodes, Cefalônia e Zante, por exemplo. O historiador Fernand Braudel classificou-a como a primeira capital econômica do Capitalismo.

O patrono da cidade é São Marcos (festa em 25 de abril). A festa do povo do Véneto é celebrada em 25 de março, data da fundação da cidade.

É classificada como Património da Humanidade pela UNESCO. Dos muitos monumentos e locais turísticos existentes, destacam-se a imponente Basílica de São Marcos, na adjacente Praça de São Marcos, a famosa Ponte de Rialto sobre o Grande Canal, construída em 1588 segundo projeto de Antonio da Ponte, a Ca’ d’Oro e numerosas igrejas e museus.

Veneza é ainda famosa pelos seus certames internacionais, como o Festival de Cinema e a Bienal de Artes, pela Regata Histórica, que ocorre no primeiro domingo de setembro, pelo fabrico de vidro, pelo Carnaval de Veneza, pelos casinos e pelos seus passeios românticos, levando muitos casais a passarem suas luas-de-mel.

Nesta cidade nasceram os Papas Gregório XII, Eugênio IV, Paulo II, Alexandre VIII, Clemente XIII e Pio X, além de numerosos artistas e arquitectos como Antonio Vivarini (1440-1480), Antonio da Ponte (1512-1595), Tintoretto (1518-1594) e Canaletto (1697-1768). No campo da música, foi aqui que nasceu e viveu Antonio Vivaldi (1678-1741).

(os datos historicos são do Wikipedia)

Na primeira vez, eu fiquei em Castelfranco, uma cidade próxima, tambem no Veneto, e muito simpatica. Passei o dia em Veneza e voltei no ultimo vaporeto. Na segunda, foi engraçado. Em vez dos dias ensolarados e de céu muito asul, chovia horrores, teve maté alta, e nevou em Veneza. Sim, Nevou. Alguem dizia “Puxa, não sabemos como isso pode acontecer. Veneza raramente neva”. Mas nevou. E andar nas passarelas por casa da maré alta foi uma experiência única. Na terceira vez, ficamos num hotel bacaninha perto da Praça São Marcos, que é um programa obrigatório. Ou para ver as vitrines caríssimas, ou pra sentar num dos bares e cafés e tomar uma ou simplesmente ficar flanando por lá e ouvindo os músicos que se apresentam na área (oficialmente, nos bares, ou extraoficialmente fazendo performances no meio das ruas).

 

Sorrento é, digamos, o ponto inicial (ou final, depende do ponto de vista) da Costa Amalfitana. A cidade fica na encosta com o Mediterraneo lá embaixo, sendo alcançado por escadarias e, nos hoteis, por elevadores. Na hora do por do sol, o cenário é imperdivel. Fotos nem conseguem traduzir exatamente o que é

Nos ultimos dias, a Grecia vem ocupando o noticiario por conta da crise que assola o país, um dos mais pobres da Europa. As imagens que a TV vem mostrando estão distante da clássica idéia da Grecia como um país que reune historia e natureza, arte e beleza, tradições e elegancia num lugar só. Com mais de mil ilhas em seu territorio, a Grécia é tambem destino turistico dos mais apreciados. Mikonos, uma de suas mais famosas ilhas, é marcada por contrastes, bares e hoteis charmosos e barquinhos que flutuam em suas enseadas.

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