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Em 1970, um filme levou milhares de pessoas ao cinema em todo mundo, Love Story. Era uma historia água com açúcar, em que o herdeiro de uma grande fortuna e estudante de direito em Harvard, Oliver, interpretado por Ryan O’Neal, se apaixonava noivava e casava com Jennifer, uma professorinha pobre interpretada por Ali Mc Graw.

s Elizabeth Alice MacGraw, seu nome de batismo, nasceu em 1 de abril de 1939 e começou a trabalhar aos 14 anos de idade. Foi garçonete, ganhando um concurso interno de beleza: a mais bela waitress do ano de 1957. Traballhou em decoração de interiom 1970res, vitrines, assistente de fotografia até se tornar modelo.
O primeiro sucesso no cinema veio em 1967, Goodbye Columbus, mas sua carreira só tomaria impulso com Love Story. Este quase não saia do papel.
a Paramount não queria filmar, por falta de dinheiro. O diretor Arthur Hiller, que havia recusado O PODEROSO CHEFÃO, correu atrás para que seu amado projeto tivesse a aprovação do estúdio. E teve. Antes de Ryan O’neal ter sido contratado como ator principal, foram mencionados os nomes de Beau Bridges, Michael York(de CABARET) e Christopher Walker. Todos recusaram o papel.
O filme causou impacto em sua vida e sua carreira poderia ter tido outro rumo se não fosse o que aconteceu em um dos filmes subsequentes. Ali era casada com Robert Evans, produtor executivo da Paramount. Ai, filmando Os Implacáveis, ela conheceu e se apaixonou por Steve Mc Queen, foi o bastante para separar do marido e casar-se outra vez. Ficou com Mc Queen até a morte do ator por cancer em 1978. Nunca mais casou outra vez, Fez algumas aparições em séries e filmes, escreveu uma autobiografia, aparece em eventos comemorativos como os 45 anos de Love Story, que foi filmado em Boston e Nova York.  Mora no Oeste dos Estados Unidos se dividindo entre a California e o Novo Mexico.

 

Quem diria, mas depois de uma carreira meteorica que rendeu indicação para o Grammy, participação em vários programas de TV e pelo menos um mega sucesso, a música Ragatanga, o grupo Rouge, descoberto nos estudios do SBT no começo deste século XXI, cairia no limbo do esquecimento. Pois é. O fenômeno de 2002 e 2003 acabou, suas participantes seguem carreira solo, algumas delas se dedicando a músicais, como Aline Silva e Karin Hills que trabalharam na nova versão do musical Hair.
A memória do povo com relação a certos idolos é muito curta. Ragatanga, Rouge e mesmo o programa Pop Star se tornaram apenas verbetes em sites de busca. O grupo foi extinto em 2005 após quatro CDs, o último dele com 100 mil cópias vendidas, um número timido e menos de dez por cento dos 1,8 milhão vendidos pelo primeiro disco. Elas chegaram a aparecer na novela Dance Dance Dance, em 2007, mas foi tudo.
O grupo, formado por Luciana Andrade, Patrícia Lissa (posteriormente chamada Lissah Martins), Aline Silva, Fantine Thó e Karin Hils lotou centenas de shows, estrelou comerciais e programas de TV, além de terem comercializado milhares de produtos licenciados como álbum de figurinhas, sandálias, bonecas, entre outros. Em quatro anos de carreira o grupo, considerado a maior girl band do país, vendeu em torno de três milhões de cópias com quatro álbuns de estúdio, um álbum remix e três DVDs lançados. O grupo recebeu ao todo um disco de diamante, um de platina duplo, dois discos de platina e dois de ouro, pela ABPD, a Associação Brasileira dos Produtores de Discos. Além disso o grupo ainda recebeu certificado de disco de diamante pelo DVD A Festa dos Seus Sonhos e de platina por O Sonho de Ser Popstar.
Onde elas andam hoje? Luciana, a primeira a anunciar sua saida, em 2004, participou de CDs dos artistas Marcelo Yuka (O Rappa) e do ex-Titã Ciro Pessoa, do qual faz parte da banda. Também participou do musical “Into The Woods… Era Uma Vez”, como Cinderella. Após ter-se desligado do Rouge, seguiu estudando e trabalhando com música. A cantora tem como influências Beatles, Tom Waits e Sarah McLachlan.
Aline resolveu seguir carreira solo mas foi para os palcos de Hair ao lado de Karin.
Fantine trabalhou em um estúdio e fez shows em bares de São Paulo acompanhada pelo irmão, o guitarrista John Thó. Tornou-se mãe em 2007.
Karin está no elenco de Aquele Beijo como Bernadete. Lissah, como é chamada agora Patricia, vem se dedicando especialmente aos musicais e foi protagonista em Miss Saigon eme A Bela e a Fera, casou-se com um músico e pretende fazer faculdade.

Exibida atualmente no horario da tarde dentro da programação Vale a pena ver de novo, a novela Mulheres de Areia, alem de ser uma oportunidade de rever grandes atores que já faleceram como Raul Cortez, Carlos Zara e Adriano Reyes, traz algumas carinhas que andavam sumidas do video. Por onde elas andam? Confiram:

Karina Perez – a socialite Andrea, de mulheres de Areia, deixou a carreira de atriz e vem se dedicando somente à família. Ela atuou bém em Tropicaliente, Malhação e Por Amor e em alguns episódios do Você Decide. Atualmente ela trabalha com artes plásticas.

Alexandra Marzo – (foto acima) fez a Carola, irmã de Andrea. Filha de Betty Faria e Claudio Marzo, Estreou na Televisão na novela Hipertensão da Globo, onde já se destacou com a personsagem Taís. Sua capacidade de interpretação e a semelhança física com a mãe, ajudaram a alavancar sua carreira. Dentre suas personagens, destacou-se como a Sílvia em “O Salvador da Pátria”, a Giulia em “Top Model”, a Carola em “Mulheres de Areia”, a Suzy em “Malhação” e Lili, em “Suave Veneno”. No Cinema fez “Banana Split”, “Jubiabá” e “Um Céu de Estrelas”. Desde 2004 está afastada da T¨V.

Gabriela Alves – a Glorinha, irmã de Tonho da Lua, é filha da cantora e atriz Tania Alves. Começou cedo em televisão. Fez vários trabalhos, depois se afastou e ficou dez anos sem fazer novela. Voltou este ano no elenco de Amor e Revolução do SBT.

Eloiza Mafalda – Manuela, em Mulheres de Areia, uma atriz conhecidíssima do grande público. Na década de 1970 ela foi a Dona Nenê (Irene Silva), na primeira versão de A Grande Família, da TV Globo, ao lado de Jorge Dória, que fazia o Sr. Lineu. A atriz se destacou em várias novelas da Globo como a Maria Machadão em Gabriela (1975), a Maria Aparadeira em Saramandaia (1976), a Consolação em O Astro (1977), a dona Mariana em Paraíso (1982) e a Gioconda de Pedra sobre Pedra (1992). Mas sem dúvida seu maior sucesso foi a dona Pombinha Abelha em Roque Santeiro (1985). Atualmente, ela sofre de alzheimer. Além disso ela convive com as sequelas de uma fratura no fêmur, após um tombo em casa.

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Caetano Veloso, a banda inglesa Coldplay e Lenine são alguns dos artistas que resolveram investir em uma “antiguidade”: os discos de vinil. Isso mesmo. Os LPs haviam sumido do mercado desde meados da década de 90, mas desde meados desta década (por volta de 2005)  que o mundo passou a assistir um movimento inverso, com discos de vinil de 33 rotações sendo vendidos aos milhões em alguns lugares do mundo.

Somente nos Estados Unidos, o número de LPs vendidos em 2007 ultrapassou a casa do milhão. Técnicos em som afirmam que muitos artistas e até usuários vêm se desencantando com o CD e os mp3 e mesmo que estes ofereçam sons sem chiado, “Com o vinil, a amplitude vai do preciso ao mais quente quando a idéia é reproduzir o material original. [O mp3] pega 90% da música e joga fora”, como afirmou Bob Ludwig, engenheiro de masterização que já trabalhou com o Nirvana.

O escritor Ivan Lessa escreveu no site BBC Brasil sobre o vinil: “Era um ritual simples e gostoso. Você tirava o bichinho da capa, punha no prato da vitrola, pegava a pequena alavanca do braço (ou pick-up), virava para o lado que queria (78 ou 33 e 45) e, com cuidado, deixava pousar no sulco do disco.  Daí ficava curtindo o som gordo e amigo. E, às vezes tinha uns estalinhos ou chiado. Igualzinho à vida. E tome polca, com ou sem Adelaide Chiozzo. Ou valsa, samba, chorinho, fox-trot, Bach, Beethoven, Mozart.”

Mas, muitas crianças e adolescentes de hoje só viram o disco de vinil em fotos e muitos nem acreditam que “isso tocava música”. Pois tocava. Em aparelhos elétricos que também sumiram do mercado, as radiolas ou toca-discos. O disco de vinil surgiu na década de 40 para substituir os velhos bolachões de 78 rotações feitos de goma laca. O disco de vinil possui micro-sulcos ou ranhuras em forma espiralada que conduzem a agulha do toca-discos da borda externa até o centro no sentido horário. O disco de vinil possui micro-sulcos ou ranhuras em forma espiralada que conduzem a agulha do toca-discos da borda externa até o centro no sentido horário. È gravado analogicamente e os sulcos fazem vibrar a agulha das radiolas. A vibração se transforma em sinais elétricos e depois na música.

O vinil é um tipo de plástico muito delicado e qualquer arranhão pode comprometer a qualidade sonora. Os discos precisam constantemente ser limpos e estar sempre livres de poeira, ser guardados sempre na posição vertical e dentro de sua capa e envelope de proteção. A poeira é o pior inimigo do vinil pois funciona como um abrasivo, danificando tanto o disco como a agulha.

Uma curiosidade: o disco de vinil não precisa de um aparelho de som propriamente para ser “tocado”. Experimente colocar o disco rodando na vitrola, sem áudio, com as caixas de som desligadas. Você conseguirá ouvir o disco, pois seu princípio de funcionamento se baseia na vibração da agulha no sulco (espiralado, como um velodromo, tendendo ao infinito como uma linha reta) dentro das ranhuras, que nada mais são do que a representação freqüencial do áudio em questão.

Fontes: wikipedia, BBC-Brasil, ambrosia

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