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Das Disneylandias, conheci tres, a primeirona, lá da California, a Eurodisney e a de Orlando que na verdade é um complexo de parques. Este, eu não conheço todos. Só alguns. Um dos preferidos é o Magic Kingdon.

Desta vez, pude ver o castelo como ele é. Na primeira vez, ele estava “fantasiado” de bolo em homenagem aos 25 anos do parque. Sim, levei um tempão sem voltar a Orlando. Só no meio de 2014 voltei lá e esta foi a ultima vez em que viajei para o exterior (não por falta de vontade, mas por outros motivos). Ver o castelo significa entrar num mundo de sonhos, cheios de brinquedos divertidos, alguns superradicais, mas os que eu mais gosto, são os mais bestas.
Um que eu vou todas as vezes em que vou a um parque disney é o It’s a small world. Para quem não conhece, é o seguinte:voce toma um barquinho e vai passeando entre um monte de bonecos representando os mais diversos paises do mundo cantando a mesma musica sempre It’s a small world. É um brinquedo besta, sim, não dá sensação nenhuma, mas é bonitinho
Outro brinquedo que eu gostei e é legal é a gruta da Pequena Sereia. Muito fofo com a representação dos principais momentos do desenho. Você tambem toma um barquinho, este em formato de concha e vai circulando pelo cenário e ouvindo as musicas do filme.
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Fatima Dannemann

Sou contra a Ponte ligando Salvador a Ilha de Itaparica. Vai desfigurar a paisagem, vão ser gastos milhões e milhões de reais, dólares, euros que poderiam ser aproveitados em outras coisas tais como educação, saúde, moradia decente; vai arriscar a vida de milhares de trabalhadores pois é uma obra complicada. Melhor equipar o ferry-boat.

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Uma coisa que eu não entendo é porque o ferry-boat Salvador-Bom Despacho é tão ruim. Na Europa, vai-se de um pais ao outro, e até de um continente a outro (tipo Espanha-Marrocos, Itália Tunisia, o que significa Europa-Africa) de ferry-boat. São navios grandes, seguros, confortáveis e com equipamentos de lazer.

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Eu achei que era armação a briga de Zezé de Camargo e Luciano. Pode até nem ter sido, mas a impressão que fica é estranha. Bastou brigar, anunciar separação e no outro dia aparecem os dois chorando dizendo “oh, eu nunca vou lhe abandonar”. Parecia até letra de música brega. Seja como for, não faz diferença: eu não gosto de duplas sertanejas.

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De mau gosto são as piadas com o ex-presidente Lula. Falta generosidade nas pessoas. Não digo chorar de pena da doença dele, mas pelo menos respeitar o momento. De pior gosto ainda é querer culpar partidos de oposição ao PT pela doença ou pelas piadas e ironias. Melhor não se manifestar do que escrever besteira nas redes sociais.

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Falando em besteiras, João Henrique, nobre prefeito da Cidade de São Salvador da Bahia, deve estar furioso com as foto-montagens que circularam pelas redes sociais durante a semana criticando a situação de muitas ruas durante as chuvas. Algumas dessas montagens mostraram o Yellow Submarine, dos Beatles e até o prefeito nadando nas poças de lama.

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Esta semana, o programa Bem estar, que a Globo exibe diariamente ás 10h da manhã, passou dos limites: exibiu um programa inteiro sobre implante de silicone e exibiu os tais peitos descartáveis como se fossem acessórios de moda. Os implantes deveriam servir para quem teve câncer de mama ou alguma mutilação e não ser medida de padrão de beleza.

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Falando nisso, até para nascer, ninguém precisa mais de pai e mãe como antigamente: tudo de aluguel ou de doação. Duas novelas, aliás, vem mostrando e – de certa forma – incentivando a prática, Vida da Gente e Fina Estampa. Vai ver e por isso a humanidade está cada dia mais egoísta, materialista, e desatenta ao próximo.

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A questão é: porque gente que quer porque quer ter filho, em vez de alugar barriga alheia, querer doação de óvulo, de espermatozóide e coisa e tal, simplesmente não adota uma criança? Várias novelas já mostraram pessoas não só adotando bebês, como até tirando crianças da rua.

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Voltando ao Bem Estar, um dos problemas do programa são os apresentadores. Um rapaz (desculpem, mas não sei o nome dele) que sempre perde tempo em conversinhas e piadinhas com Sandra Annenberg, e uma loura com cabelo liso (coisa típica da imagem que a Globo quer passar de ser humano “perfeito”) que não dá pra convencer.

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O Barradão faz 25 anos. Só soube disso graças aos porta-vozes extra-oficiais do VICE-toria, a TV Bahia. Pela “empolgação” de nosso representante nas séries menos favorecidas do Brasileirão, diria que a data nem sequer foi lembrada. Brincadeiras a parte, parabéns (só hoje) aos adversários. Que eles continuem sendo motivos de muita piada entre nós, torcedores do Bahia.

Fatima Dannemann

Quando eu era estudante, adorava escrever quadrinhos. Meus cadernos tinham historinhas no alto da página como uma forma de não arrancar as páginas. Tinha poucos leitores. Dois ou tres, contando comigo. Pois quando fui trabalhar na Tribuna da Bahia, já formada, continuei com a mania. Além de meus personagens habituais, Jarascavel, Perereca, Jabuti, criei outros. Estes eram mais do que “levemente desinspirados” na redação. Estavam lá retratados, alem de mim mesma, claro, os colegas. Não mostrava a ninguem, ou a quase ninguem, Angela Peroba (onde será que ela anda) lia e se acabava de dar risada.

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O titulo era invariavelmente o mesmo, “certo dia, na redação do Tapinha”. Isso porque eu dizia que no dia em que eu tivesse um jornal, sairia ao meio dia. Meus argumentos. A pessoa acorda de manhã e já tomava a “porrada matutina” nos jornais. Saindo mais tarde, o impacto seria de apenas um tapinha, aquele que dizem que não doi. Mas doi, sim. Só que menos. Mas isso foram nos idos dos anos 80. O mundo era outro. A ditadura já sufocava menos, os exilados voltaram, começamos a gritar Diretas Já . As diretas nem vieram logo. Vi Tancredo morrer, o cruzeiro virar cruzado, depois cruzeiro, depois cruzado novo dependia do Plano da vez. Meus personagens mudavam de acordo com o vai e vem da redação. Leleonel era tão grande que só aparecia as pernas nas historinhas. Dorival Penacho era um índio. Criei o personagem inspirada num apelido que Marquinho Moreira colocou em Derval Gramacho, colega e amigo que depois namorou e casou com Vitoria (a Vivi das historinhas) e foram felizes para sempre apesar de alguma oposição (sim, existem espíritos de porcos até em redações de jornal).

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A Tribuna nos dava uma certa liberdade de expressão e essa era exercida no mural. Normalmente murais são instrumentos oficiais para ficar comunicados iternos, proibições, tabelas de aniversarios, etc. Pois no nosso dava de tudo: listas, abaixo assinados, gracinhas, comentarios, piadas, concursos de miss e – acho que era o preferido da galera – o de Rainha da Primavera. Só dava Oliveira ou Jolivaldo em primeirissimo lugar porque os concursos geralmente eram unissex: valia viotar em quem quisesse a ambos tinham flairplay suficiente para desfilar. Eram esses momentos “tapinhas”, que alem de não doer acabavam agradaveis, que dava animo para os momentos porrada.

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Trabalhar até tarde significava não só – para mim a gloria – a garantia de uma materia assinada e com destaque mas que depois teriamos uma ótima desculpa para ir ao Abaixadinho lavar roupa suja, passar roupa limpa, tomar uma e fazer hora enquanto decidia-se para onde ir. É que lá pelas tantas chegava alguem com recados tipo “eu soube que vai ter uma festa na casa de fulano”. E ia todo mundo na cara de pau. Se era verdade, ótimo. Se não, havia sempre um boteco nas imediações. O jornal era pequeno comparado com outras corporações editoriais. Por isso todo mundo se conhecia. As festas eram animadíssimas especialmente as da casa de Aidil, telefonista, que começavam pela manhã e só terminavam altas horas da noite. Mas trabalhavamos muito. O salário não chegava a ser lá essas coisas, a inflação comia tudo. Eram épocas dificeis. Momentos tensos eram mais frequentes do que os relax e uma vez cheguei a fazer uma contagem tregressiva quando um chefe saiu de férias e outro foi substituir.

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Não, eu não sou saudosista. Era uma vida de cão, mas até os cães são felizes e eu tive muitos momentos felizes. Mas é como se eu estivesse vivendo aquilo tudo ao vivo, hoje. Eliana, secretaria, pedindo silêncio enquanto pegava a lista de sepultamentos. Valdemir me dizendo “leia a pauta, olhe que o lead está na pauta”. Mara Campos, sempre serena. Roque Mendes e seu excesso de organização de virginiano. Os “Menudos”, os diagramadores: Jorge, Geneumir, Vado, Marcos. Esse papo todo é só para contar sobre a comunidade Velha Tribuna da Bahia, que está bombando no Facebook, reunindo muita gente boa. Fundadores como o professor Sergio Mattos, famosos como o deputado Jean Willys, e muito mais. Um ponto de encontro de um jornal que foi escola e inspiração para muita gente e que mesmo com dificuldades continua vivo, graças a Deus.

Andei vendo meus blogs e acho que estão bonitinhos, corretos, mas falta algo mais pessoal, então, vira e mexe vou soltar o verbo aqui na primeira pessoa. Assumir o que eu penso do mundo.

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O que me levou a ficar distante escrever como se fosse uma mera espectadora da vida foram as criticas. Cansei de nunca receber um elogio. Sou humana, gosto de confete, e pronto…

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Deixei de escrever poesia porque nessa net todo mundo se diz poeta e escritor. É cada lixo… Caramba, não consigo passar do titulo. Muita coisa ruim circulando.

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E o pior nem é isso, mas é serem os autores dos lixos aqueles que mais lhe criticam e não só pelo que eu faço, mas pelo que eles acham que eu seja.

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Hoje chegou um desses lixos, resolvi ler por causa do titulo “PVT”. O poema, estruturalmente, é péssimo, obvio, parece mais música brega, mas o assunto chamou atenção porque a autora fala sobre as farsas que algumas pessoas montam na net.

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Ela foi light. Falou apenas sobre o que “rola” no pvt dos e-mails dos integrantes das listas de e-mail do yahoo e similares. Era pra ser, lista de discussão. Mas criou-se o mito de que não é para discutir ou criticar.

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Moderadoras soltam seu lado megera só para censurar quem elas acham que deve censurar, dar “esporro” em público, expulsar ou banir quem elas “não vão com a cara”… Bom, ainda bem que existe o twitter, o orkut, etc, porque ninguem é obrigado a aturar clones virtuais de Hitler querendo ressucitar a censura no Brasil.

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Ah, falei, falei e… Sabem que esse mundinho de nicks, “escritores e poetas”, listas, etc, cansou. Eles criticam tudo, minhas novelas, meus escritos, não leem meus e-mails porque eu me recuso a “formatar” e botar efeitos de video-clip que travam tudo. Acabaram criticando tanto que eu fiquei distante. Escrevendo como uma observadora, afastada dos pvts e das intrigas.

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E está melhor assim. Mas que falta um toque de mim mesma, falta. quem sabe e agora eu volto a falar assim, na primeira pessoa do singular, conjugando os verbos como eu quiser.

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