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Como escrever uma novela de Benedito Ruy Barbosa
1 – coloque duas familias rivais em alguma região do Brasil (só não vale repetir, Pantanal, Goiás, Sul da Bahia)
2 – pra variar, coloque uma das familias como descendente de estrangeiro, de preferencia italiano falando mama mia de meia em meia hora
3 – coloque uma familia rica com um coronel e uma pobre que vão se engalfinhar até o final da primeira fase.
4 – na segunda fase, convide Antonio Fagundes para repetir o eterno papel de painho, rei de alguma coisa, ou simplesmente ele mesmo
5 – escale monte de atrizes com vestido rendado de florzinha e cabelo cacheado
6 – complete com musica sertaneja na trilha, os mesmos diretores de sempre e arremate com um faroeste caboclo bem deja vu.


Aguardem como escrever uma novela de Gloria Perez entre outros.

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Fatima Dannemann

             Quando eu li, numa revista de fofocas há meses, que a próxima novela das nove seria de Gloria Perez fiquei feliz. Ela foi autora de pelo menos duas novelas que eu gostei tanto que não perdia um só capítulo. Puro engano. Salve Jorge, encerrada esta semana, foi uma novela previsivel, sem maiores emoções, com histórias mal explicadas e mal concluidas. Uma obra descartavel que, com certeza, dentro de alguns anos ninguem mais vai lembrar.

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O pior da novela foi justamente o final, com,  uma Morena amadora se intrometendo e até atrapalhando o trabalho da policia sem nenhuma competencia. Ai, a culpa nem foi de Gloria Perez, mas da atriz Nanda Costa, incompetente e verde para ser protagonista de uma trama das oito mesmo que seu tipo físico até combine direitinho com o da personagem, a ex-faxineira que é traficada e levada a se prostitui na Turquia.

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Da Turquia, mostrou-se muito pouco. Mas tambem ninguem viu nada da India -que é um subcontinente e portanto enorme e diversificado, e nada do Marrocos, que está pra lá de Marrakesh, e dos Estados Unidos (aliás do Texas por onde os clandestinos entravam até Miami onde os clandestinos ficavam a distância é bem grandinha e tem no mínimo o Golfo do México no meio) tambem ninguem viu nada. Isso faz parte do imaginário, do faz de conta que as novelas têm.

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Mas, O Clone, Caminho das Indias e até América (que começou chata mas depois deu um upgrade e ficou massa) ficaram para trás. Mesmo com todo marketing da Globo, Gloria Perez errou a mão. A história ficou frouxa e mal explicada. Faltou emoção em muitos momentos. Não fosse a delegada Helô (essa,sim, a verdadeira protagonista da novela)  brilhantemente interpretada por Giovanna Antonelli, e a novela teria ido pelo esgoto de tal forma que nem São Jorge salvaria.

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Ambientar uma novela em outro país é complicado. Tiro por mim mesma e as historinhas que eu invento no meu blog de novelas. Mas, uma coisa é você apenas escrever, você pode inventar o que quiser. Vai ficar engraçado, feio, bonito, etc. Outra coisa é por atores de carne e osso num cenário representando aquele pais. Tem que ter nem que seja uma vaga semelhança, um sotaque. No caso das novelas de La Perez falta sempre o conteudo educativo. Poderia aproveitar e explicar alguma coisa sobre o Império Otomano, que foi um dos mais poderosos da Europa durante muitos séculos. Nem uma palavra. Só a historia da Capadocia e a da Santa Sofia. E Istambul é muito mais.

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Acabou que Salve Jorge rendeu muitas gracinhas no twitter e no Facebook ao ponto de eu, nas semanas finais, preferir ler as gracinhas do que ver a novela. Estavam bem mais inteligentes e interessantes (sorry, Gloria Perez). Mesmo assim, Salve Jorge tem um grande mérito: de ter sido escrita por uma mulher praticamente sozinha. Gloria tem suas dores, isso eu respeito e me solidarizo. Só que muitas das historias foram sumindo ao longo da trama: Pescoço assediava Lurdinha. Era Lurdinha que ficava de cordão cheiroso tomando sol na laje. De repente, virou pra Vanubia e Lurdinha nem foi mais vista com seu namorado Caique (que aliás levou meses sumido). Curiosamente essas mudanças se deram depois que Bruna Marquesine, a Lurdinha, anunciou seu romance com Neymar na vida real. Coincidência ou não… Miro sumiu da novela, Salete ficou noiva do turco mas no que deu ninguem sabe, ele tambem desapareceu, na reta final. E Bianca? Não entendi o que aconteceu com a principal biscate da novela (sim, as prostitutas de Russo estavam mais inocentes do que muitas personagens da trama). Será que continua com Ziah, por debaixo dos panos, ou arrumou outro marido para separar?

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Nem Morena, a chorosa, emburrada e mal explicada protagonista da novela Salve Jorge, de Gloria Perez, que esta semana chega ao final, escapa. As mães da novela, de certa forma, estão mais para madrastas. Junior, coitado, vive pelas ruas ou pela casa de Dona Diva. A mãe está mais interessada em correr atrás de Teo e a avó vive do emprego para a gafieira com passagens pelo hotel de Livia Marini para uma sessão de porrada em Vanda. E a delegada Helô? A filha descartável (quase nunca aparece). As que zelam, zelam tanto que viram sogras jararaca. Uma pequena listinha.

Dona Áurea – a mãe de Teo é tão zelosa que é uma das sogras mais jararacas dos ultimos tempos. Implica com Morena (com certa razão), implica com Erica e só não implica com Cacilda, sua melhor amiga, porque ela não tem olhos para mais ninguem…

Delzuite – A mãe verdadeira de Aisha passou mais da metade da novela num “nem ai” não só para a filha roubada como para as duas que moram com ela e os “outros filhos espalhados pelo mundo porque eu não tinha condições de criar”. Na verdade, o lado protetor e maternal ficou todo para Pescoço, o malandro come-dorme por quem ela negligenciou filhos, familia e até trabalho.

Helô – a historia da delegada nunca ficou bem explicada. Separou de Stenio (por causa da biscate da Bianca ou não?), Drica foi morar com o pai. Mas falava com a mãe quando estava na Turquia para reclamar de Fatma, a empregada que Berna lhe arrumou. De qualquer forma, o personagem de Mariana Rios foi totalmente descartavel, não aparece e não faz falta.

Amanda – a pobre da Carol, filha de Amanda e Carlos, cresce metida em armações, a mãe obrigando a menina a fingir-se de carência pra prender o pai. Só que, Carol não é criança-mala como Raissa (ou seria Chatissa?) e está bem humorada até quando participa das maluquices da tia Aida.

Yolanda – A personagem de Cristiana Oliveira é a mãe menos mãe da novela. Apareceu um pouquinho no coemço, depois em alguns capítulos do meio até sumir de vez. Azar de Caique…

Morena – o jeito como ela segura a pequena Jessica – mais parecendo um abacaxi do que um nenem, do jeito que ela larga os filhos para cuidar de outros interesses, principalmente o pobre do Junior que está se criando sozinho, coitado, dá pra ver que de mãe, Morena não tem nem as penas…

Sarila – a mãe de Ayla e Tamar é mais uma sogra-mala. Tão chata que anda meio sumida, mesmo que a Chilika ande atras de seu genro Ziah, prato cheio para ela intervir.

Lucimar – O que dizer de uma mãe que deixou a filha engravidar com 14 anos e vive atras de homem em gafieira? Pois é. Melhor nem dizer nada. Barraqueira, gritona, valentona. E acima de tudo chata.

Antônia – Essa na teoria seria uma ótima mãe, mas tem uma pessima filha, Raissa. A menina é chata – saiu ao pai – leva a mãe a loucura com desobediências e ainda reclama que a mãe só liga pra Carlos e mais ninguem (ô, mas a mulherada da novela não liga mais pros homens do que pros filhos?)

Berna – seria a melhor mãe da novela, a que deu tudo de bom e do melhor a Aisha (outra filha mala e mal agradecida). Seria. Roubou a menina da maternidade e pagou por ela. Perdeu.

Dona Leonor – não teve filhos, mas tem um cachorro a quem ela dedica todo carinho – e suas joias . Bom, tem gente que prefere mesmo cachorros. Então…

Fatima Dannemann

Exagerada, over, exuberante, as vezes sedutora, noutras, malvada, sempre de olho numa carteira recheada de “dinheiros de plástico” (cartão de crédito), a perua está presente nas novelas desde o principio dos tempos. Antes de existir o termo Perua que virou moda no final dos anos 80.
De peruas “coroadas” como a Rainha Valentina (Tereza Rachel) de Que rei sou eu, a peruas pós-modernas como Natalie Lamour (Débora Secco) em Insensato Coração ou Clo (Irene Ravache). Algumas atrizes até já viveram o papel de peruas mais de uma vez como Elizabeth Savalla, que já foi uma “perua-melindrosa” em Chocolate com Pimenta (Jezebel), uma perua obcecada por juventude em Sete Pecados (Rebeca) e agora faz a perua-autoridade em Morde e Assopra (Minerva).
Uma lista de peruas de novela inclui também:

Clo (Tereza Rachel – O Astro) – muito antes de alguém inventar chamar mulheres exageradas de peruas, Tereza Rachel apareceu na primeira versão de O Astro (década de 70) como a viúva do falecido Salomão Hayalla que depois se casa com o próprio cunhado.

Viúva Porcina (Regina Duarte – Roque Santeiro) – Tudo era muito exagerado naqueles tempos. Talvez porque nos anos 80 ainda havia censura e o jeito de extravazar era nas roupas e atitudes, Assim, alem de Porcina, tinham outras peruas na novela como as vedetes Ninon e Rosaly (Claudia Raia e Isis de Oliveira). Mas num universo de fantasia onde havia beatos, lobisomens e outro bichos, podia tudo.

Mary Montilla (Carmem Verônica – Belíssima) – OK, vedete pode tudo, inclusive exagerar e Mary Montilla era uma ex-vedete no folhetim. Guida Guevara (Iris Bruzzi) era outra. Exageradas e engraçadas, garantiram Ibope a novela. Carmem Verônica, aliás, fez outra perua de sucesso: Xena, na novela Deus nos Acuda.

Mary Matoso – (Patrícia Travassos – Vamp) – quem não se lembra das cenas dos auto-falantes tocando “Como uma deusa” gritada a plenos pulmões por Mary Matoso em Vamp? Na categoria peruas do alem, com certeza ela é a mais lembrada. Anos mais tarde, em O Beijo do Vampiro, Claudia Raia e Betty Goffman viveriam outras vampiras bem exageradas.

Leona – (Carolina Dieckman – Cobras e Lagartos) – perua jovem e vilã que passou boa parte da novela gritando numa das piores interpretações da atriz. Típica perua mesmo: roupas de marca, cabelo liso, pintado de louro. Quer mais?

Nazira – (Eliane Giardini – O Clone) – A perua-etnica vivida por Eliane pode ser revista atualmente no Vale a Pena ver de novo (nesse caso, vale mesmo porque a novela de Gloria Perez é ótima, alem de mostrar coisas diferentes como os costumes mulçumanos). Mas, há desculpas. As orientais são mesmo exageradas. Como Indira (de novo Eliane) em Caminho das Índias. A sogra-naja que não dava a chave da dispensa a qualquer nora e que criticava quem andava “arrastando o sári no mercado”.

Eva – (Adriana Garambone – Rebelde) – Até novelinhas infanto-juvenis têm suas peruas. A de Rebelde é Eva Messi, exagerada, histérica, sedutora, mas do bem. Sua filha é que é quase o oposto, Roberta.

Regeane e Goretti – (Viviane Passmanter e Regiane Alves – Tempos Modernos) – Enquanto a irmã mais nova Nelinha, vivia caçando estrelas no céu, as duas mais velhas eram peruíssimas. Filhas de um empresário emergentes, elas se cobriam de brilho e excesso de jóias e maquiagem por centímetro quadrado e sonhavam com “gente que interessa”.

Rubra Rosa – (Suzana Vieira – Fera Ferida) – Essa foi apenas uma das peruas dessa novela cheia de lendas e fantasias e foi apenas uma das peruas que Suzana Vieira viveu na vida. As outras exageradas da novela eram Salustiana (Joana Fomm, quase uma maníaca sexual e que dava em cima do delegado da cidade) e Ilka Tibiriçá (Cássia Kiss) que fazia o gênero perua romântica e suave com roupas inspiradas no filme Candelabro Italiano.

Laila – (Christiane Torloni – Um anjo caiu do céu) – La Torloni é uma das atrizes que já viveu mais de uma perua na vida. Uma delas foi Laila, que passou toda a novela gritando pelo mordomo “gildooooo”. Mais recente, ela viveu Melissa em Caminho das Índias. Uma perua que não aceitava a doença mental do filho e as traições do marido, essas, aliás, pagas com uma bela surra na amante dele.

Todas as noites, no horário nobre, entre um número de dança indiana e um de gafieira, Tarso (Bruno Gagliasso) tem alucinações, ouve vozes, amanhece dormindo na praia. Caminho das Índias de Glória Perez, novela que a Rede Globo exibe às 21h mostra que o que a sociedade chama de “doido” ou “maluco” muitas vezes são pessoas que poderiam levar uma vida “normal” com a assistência adequada. Mas, o que a novela não mostra é que muito do comportamento humano é esquisito e que todo ser humano está sujeito a transtornos mentais de maior ou menor grau do que os mostrados na novela.

Maria de Fatima Dannemann

Einstein aparece em uma foto fazendo careta. Van Gogh cortou a orelha. Manias esquisitas, sim. Mas para o público eles são apenas gênios. A Princesa Diana foi internada várias vezes devido as crises de bulimia. Mas todo mundo só se lembra de sua “elegância” e “esbelteza”. No entando, se um vizinho começa a gritar ou xingar o prédio em frente em plena madrugada todos dizem que é porque ele é “doido”, uma “ameaça a sociedade” e deveria “ser internado”. O vizinho e Tarso, personagem de Bruno Gagliasso em Caminho das Índias, vive um problema que a sociedade esconde mas que está acometendo cada vez mais pessoas por uma série de fatores segundo dizem os psiquiatras: um transtorno mental.

Depressão, esquizofrenia, bulimia, anorexia, transtorno bipolar, TOC, fobias, síndrome de pânico, todo mundo está sujeito a elas segundo os médicos. O que impede, muitas vezes, o tratamento desses transtornos é o preconceito contra a atividade dos psiquiatras e psicólogos, o isolamento a que a sociedade impõe aos portadores dos transtornos, e até a crença de que a pessoa está “possuída” por algum “espírito ruim”. As vezes bastaria medicamento e terapia para que a pessoa revertesse o quadro negativo e voltasse a ter uma vida normal e produtiva.

Volta por cima

Doenças como a esquizofrenia são associadas ao mendigo de rua, ao “doidão” do colégio que fala arrastado, a mulher abandonada pelo noivo que jura ter mais de uma personalidade ou ainda ao cara que anda de chapéu pontudo dizendo que é Napoleão. O que muita gente nem desconfia é que mais de uma pessoa deu a sonhada volta por cima e um deles ganhou até o Prêmio Nobel. Foi o caso do matemático John Nash, norte-americano que sofria de esquizofrenia na adolescência, mas conseguiu reverter seu quadro e ganhar o Prêmio Nobel de 1994.

Glória Perez contou em entrevista antes da novela porque resolveu mostrar o mundo dos doentes mentais. “Bahuan, personagem do Márcio Garcia, é um intocável. Os nossos intocáveis são os pacientes que têm doença mental. As pessoas não gostam de chegar perto delas porque têm medo de ser agredidas, contaminadas”. Para escrever o drama de Tarso e o trabalho de Aida (Totia Meireles) e Dr Castanho (Stenio Garcia), Gloria foi ao Círculo Psicanalítico do Rio de Janeiro (CPRJ), Nise da Silveira, Pinel. “Percebi que quando se oferece a essas pessoas possibilidades para se expressarem, elas melhoram muito. Aliás, a banda Harmonia Enlouquece, do CPRJ, faz parte da trilha de Caminho”.

A psiquiatra Nise da Silveira, que Gloria homenageia na novela, era contraria a todo tratamento desumano ministrado aos doentes mentais. Nascida em Maceió, Alagoas, em 1906, ela morreu no Rio de Janeiro em 1999. Formou-se em Medicina na Bahia em 1926, única mulher entre 157 rapazes, mudou-se para o Rio em 1927 e em 1933 foi reconhecida como psiquiatra. Nise da Silveira foi militante da Aliança Nacional Libertadora( ANL). Durante a Intentona Comunista foi denunciada por uma enfermeira pela posse de livrosmarxistas. Esta denúncia levou à sua prisão em 1936 no mesmo presídio onde se encontrava preso Graciliano Ramos e ela se tornou personagem do livro Memória do Cárcere. Nos anos 50 ela fundou o Museu de Imagens do Inconsciente, e foi pioneira na psicologia junguiana no Brasil.

Mudanças

Os casos extremos existem e necessitam cuidados. Mas muitos dos hospitais mudaram o aspecto de “penitenciaria” que tinham antigamente. Hoje muitos desses serviços funcionam como hospital-dia. A pessoa vai, participa de tratamento, terapia, etc e de noite volta para casa. No entanto, Durante séculos as pessoas com sofrimento mental foram afastadas do resto da sociedade, algumas vezes encarcerados, em condições precárias, sem direito a se manifestar na condução de suas vidas. Mesmo assim, as atitudes negativas os afastam da sociedade de maneiras mais sutis, mas com a mesma efetividade.

Tarso tem a seu favor a irmã, o avô e a namorada. Tem, entretanto, duas poderosas forças contra ele. O pai, Ramiro (Humberto Martins) que agora finge que não vê e nada está acontecendo) e a mãe, Melissa (Christiane Torloni) que destila todo seu preconceito contra os transtornos mentais e a psiquiatria ao jogar fora os remédios e proibir que o filho continue a fazer terapia. Foi a pressão de Ramiro, que queria por que queria ver o filho trabalhando na empresa da família e os delírios da mãe em achar que nenhuma namorada estaria a altura de seu “príncipe” que levaram o personagem de Bruno Gagliasso à “loucura”.

A novela descreve apenas o problema de Tarso e de outros garotos com transtorno semelhante. Mas, quem for analisar o comportamento de outros personagens de outras novelas vai ver que, como diria a música Vaca Profana, de Caetano Veloso, de perto ninguem é mesmo normal. Raul se achava inferior ao resto da família e concordou até em simular sua própria morte. Os indianos não deixam de ter uma espécie de TOC ao evitar sombras para não ser “contaminados pelo dalits”. Christiane Torloni tem alguma fobia ao envelhecimento. E Zeca é o valentão que esconde algum tipo de fraqueza ou covardia. Na Malhação, Veridiana, a malvada, sofre de bulimia – que é tão transtorno mental quanto a esquizofrenia de Tarso. Sem falar as inseguranças, medos, depressão e transtornos alimentares que a televisão provoca no público em seu noticiário e até em programas mais “amenos”.

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