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Uma coisa que todo mundo curte é conferir o que as famosas usam nos tapetes vermelhos das cerimonias de premiação. Esse ano, no Oscar, vi que decotes enormes tipo “vê o trailler mas não vê o filme” marcaram os vestidos de muitas das famosas presentes a festa.

Viola Davis vestiu Armani e estava deslumbrante de vermelho. O Cabelo estava show e a clutch prateada era o must perfeito para o traje. Mil!!!

Emma Stone usou Givenchy e o vestido estava tambem bonito e elegante com a saia de franjas. Como esbanjou no tamanho dos brincos, e o vestido já tinha brilho, não usou outras joias. Perfeito.

Hailee Steinfeld estava exagerada.Transparencia a la periguete na saia, excesso de frufru nas costas. Coisas para aparecer que não mostram elegancia.

Pode ser Versace e ter custado caro. Mas eu achei o vestido de Halle Berry um horror. Se ela fosse cantar no trio elétrico, menos mal…

Quem mostrou o trailler e quase mostra o filme inteiro foi Scarlett Johansson. Mas o visual dela estava bacana. O cabelo tambem.

Pra que tanta saia leslie Man. Mas eu gostei do modelito embora fique pensando como ela não entalou na cadeira do teatro com tanto pano.

Absurdamente lindo. Vestido dos sonhos para muita gente e olha o decotão que muitas usaram.

Meio vintage e nada básico o modelito de Kirsten Dunst. Adorei o cabelo meio bagunçado.

Jessica Biel, natal já passou. Horrivel.

Felicity Jones usou Dior. Mas parece mais roupa de festival de ballet. Com todo respeito ao ballet, claro…

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Das Disneylandias, conheci tres, a primeirona, lá da California, a Eurodisney e a de Orlando que na verdade é um complexo de parques. Este, eu não conheço todos. Só alguns. Um dos preferidos é o Magic Kingdon.

Desta vez, pude ver o castelo como ele é. Na primeira vez, ele estava “fantasiado” de bolo em homenagem aos 25 anos do parque. Sim, levei um tempão sem voltar a Orlando. Só no meio de 2014 voltei lá e esta foi a ultima vez em que viajei para o exterior (não por falta de vontade, mas por outros motivos). Ver o castelo significa entrar num mundo de sonhos, cheios de brinquedos divertidos, alguns superradicais, mas os que eu mais gosto, são os mais bestas.
Um que eu vou todas as vezes em que vou a um parque disney é o It’s a small world. Para quem não conhece, é o seguinte:voce toma um barquinho e vai passeando entre um monte de bonecos representando os mais diversos paises do mundo cantando a mesma musica sempre It’s a small world. É um brinquedo besta, sim, não dá sensação nenhuma, mas é bonitinho
Outro brinquedo que eu gostei e é legal é a gruta da Pequena Sereia. Muito fofo com a representação dos principais momentos do desenho. Você tambem toma um barquinho, este em formato de concha e vai circulando pelo cenário e ouvindo as musicas do filme.

alimc

Em 1970, um filme levou milhares de pessoas ao cinema em todo mundo, Love Story. Era uma historia água com açúcar, em que o herdeiro de uma grande fortuna e estudante de direito em Harvard, Oliver, interpretado por Ryan O’Neal, se apaixonava noivava e casava com Jennifer, uma professorinha pobre interpretada por Ali Mc Graw.

s Elizabeth Alice MacGraw, seu nome de batismo, nasceu em 1 de abril de 1939 e começou a trabalhar aos 14 anos de idade. Foi garçonete, ganhando um concurso interno de beleza: a mais bela waitress do ano de 1957. Traballhou em decoração de interiom 1970res, vitrines, assistente de fotografia até se tornar modelo.
O primeiro sucesso no cinema veio em 1967, Goodbye Columbus, mas sua carreira só tomaria impulso com Love Story. Este quase não saia do papel.
a Paramount não queria filmar, por falta de dinheiro. O diretor Arthur Hiller, que havia recusado O PODEROSO CHEFÃO, correu atrás para que seu amado projeto tivesse a aprovação do estúdio. E teve. Antes de Ryan O’neal ter sido contratado como ator principal, foram mencionados os nomes de Beau Bridges, Michael York(de CABARET) e Christopher Walker. Todos recusaram o papel.
O filme causou impacto em sua vida e sua carreira poderia ter tido outro rumo se não fosse o que aconteceu em um dos filmes subsequentes. Ali era casada com Robert Evans, produtor executivo da Paramount. Ai, filmando Os Implacáveis, ela conheceu e se apaixonou por Steve Mc Queen, foi o bastante para separar do marido e casar-se outra vez. Ficou com Mc Queen até a morte do ator por cancer em 1978. Nunca mais casou outra vez, Fez algumas aparições em séries e filmes, escreveu uma autobiografia, aparece em eventos comemorativos como os 45 anos de Love Story, que foi filmado em Boston e Nova York.  Mora no Oeste dos Estados Unidos se dividindo entre a California e o Novo Mexico.

 

Maria de Fatima Dannemann

Eu não amo meu GPS. Não. Até porque a voz de meu GPS não é a de nenhum artista que eu gosto mas apenas a de uma moça anônima qualquer que fala direitinho. Eu até poderia cair de amores pelo aparelhinho não só porque ele ensina como chegar a qualquer endereço do mundo como pela voz educada que sai do aparelho que eu nem considero amigo, apenas um prestador de serviços pelo preço de uma diária de internet. Eu me admiro quando eu erramos o caminho e o GPS apenas diz “faça o retorno assim que for possível”, na maior calma. Fosse outra pessoa, de repente alguém que eu verdadeiramente amo, e ouviria “sua anta cega, não viu que errou o caminho, não?” e tome palavrões.
O que tem isso a ver com o filme Ela? A voz cibernética. No filme, uma fábula. O sistema operacional Samanta ganha vida e se torna a companheira ideal de Theodore, um nerd solitário que está em processo de divorcio de sua namorada de infância, e tem como única amiga Amy, uma vizinha também em processo de divorcio e igualmente apegada ao mundo virtual. Mas, a fábula tem seus reflexos na realidade: as pessoas cada vez mais mergulham no ciberespaço como se isso fosse salvar sua vida do caos das relações falidas. Acaba se tornando mais fácil enviar um torpedo, um recado nas redes sociais do que falar pessoalmente com alguém. E quando o contato pessoal é inevitável ninguém parece se entender.
No filme, Scarlett Johansson faz a voz da Samanta pela qual Theodore (River Phoenix) se sente apaixonado e acredita que ela é exclusivamente sua e de mais ninguém. Assim como nas redes sociais (seja por smartphone ou computador) as relações travadas com milhares de pessoas são superficiais, muitas vezes imaginária (ninguém é feio na internet, nem problemático ou infeliz. Todo mundo é rico, veste grife e viaja pro estrangeiro, como um rei ou rainha), e Samanta confessa que conversa ao mesmo tempo com 8000 pessoas e se sente apaixonada por mais de 600, pelo menos. E então…
Em meio a ângulos inusitados de uma Los Angeles futurística (mas muito menos Dark do que a Los Angeles de Ridley Scott em Blade Runner), Theodore percebe que ele não é o único a conversar com o computador, ou celular, ou tablet ou sei lá o que for. Todo mundo está teclando, digitando, conversando rindo ou com seus sistemas operacionais ou com seus amigos reais ou virtuais mas que não estão ali. Cenas que vemos por ai todos os dias: pessoas com tablet, notebooks, smartphones teclando ou conversando com alguém distante. Ah, e em mesa de bar acompanhados por amigos ou pela família. Numa visível carência senão de afeto mas com certeza de Ibope.
As vezes parece que o mais importante não é estar na praia, na academia, num jantar ou numa festa: é mostrar aos contatos que está lá. Muitas vezes, o importante nem é emitir sua própria opinião, mas compartilhar e repassar as opiniões dos outros. Clicar em “curtir”, em “retuitar” em “compartilhar”, mostrar que viu e participa. E eu me pergunto a cada vez que encntro alguém na rua que me diz “ah, eu lhe vejo muito no face”: porque não me chamam pra tomar uma? Ou pelo menos ir ali na padaria comprar pão juntos? Nada. De longe é mais fácil. O imaginário pode ser como quiser e Samanta está lá no filme provando isso até que…
Lulu Santos mesmo disse uma vez numa música “tudo passa/ tudo sempre passará”. Pois é. A vida vem em ondas como um mar ou como os bits do ciberespaço e o filme mostra que nada, mas nada mesmo dura para sempre. Nem programas de computador. Vou ser chata contando o fim do filme, mas é preciso: Samanta vai embora. Como as velhas versões do Windows de que guardamos saudades ou não. A mensagem do filme, entretanto, é uma velha e óbvia verdade: nada é mais real do que a vida e está se dá nas relações. De preferência olho no olho, pessoalmente. E se alguma está falida, outra pode estar a caminho enquanto Theo e Amy assistem ao dia nascendo da cobertura do prédio em que moram.
PS: não é por nada não, mas eu adorei o elevador do filme que muda o cenário, pra quem não gosta de ambientes soturnos, é um achado. E antes que eu me esqueça, é bom falar sobre a música belíssima que compensa o figurino horroroso dos personagens principais.

Se o vestido contasse pontos, Jessica Chastain, candidata a melhor atriz por A hora mais escura, estaria entre as tops.

Ela estava de Armani Privé, meio dourado, bordado, enfim, vestido pra subir no palco e esnobar com o Oscar na mão.

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Falando em esnobar no palco, Jennifer Lawrence, a vencedora do premio de melhor atriz por O lado bom da vida, tadinha, se deu mal. Estava com um vestido Dior, bonito, mas muito armado e com uma cauda enorme. Tropeçou no palco e caiu. Hoje, está nas páginas de jornal e sites da net pelos motivos errados.
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O modelo mais comentado na TV, na net. e etc foi o de Anne Hathway, vencedora como coadjuvante por Os miseráveis. Estava chique, mesmo, e sem exageros.
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E o povo já gosta de falar mal. Certo! Ela comprou o vestido na loja de departamentos H&M, que vende roupas da moda meio baratinho (nem tanto assim). Mas, se eu fosse Helen Hunt faria o mesmo. A indicação ao Oscar foi protocolar, acho que ela sabia disso. Senão, não economizava no vestido, que não estava feio e veio acompanhado de joias caras.
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Charlize Theron, de cabelos curtissimos (assim como varias outras atrizes que também estavam usando cabelos curtos), foi alvo de fofocas. Dizem as más linguas que o modelito que ela usou seria copia do vestido de Anne Hathway no Globo de Ouro. Cópia, não foi, mas que parecia, parecia. Mesmo assim, estava chiquerrimo.
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Sei que era um Oscar de la Renta. Sei que custou milhares de dólares. Mas eu não gostei do vestido de Amy Adams, também uma das indicadas da noite. A atriz de Julia e Julie e de Encantada, parece não ter se desvencilhado do papel de princesa de desenhos animados que vem parar na Manhattan moderna e me apareceu com um vestido cheio de frufrus na saia.
Oscar tambem tem bizarrices. Uma delas foi o vestido de Kelly Rowland (o ó, aqui pra nós).
E mais unzinho, o de Sandra Bullock.

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Maria de Fatima Dannemann

Como sempre, a Globo é alvo de críticas. Culpa do Fantastico, que anda mais chato do que nunca, do BBB13 que está que é pura manipulação, e do exagero na promoção de coberturas que viram apenas tapeação. Ontem, quem não tinha TV por assinatura, viu apenas um pedaço da cerimônia de entrega do Oscar 2013. Quando começou a transmitir, já tinham sido distribuidos uns dez prêmios.

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Bom, quem pode, acompanhou a cerimônia nos antes, durante e depois. O E, desde de tarde, mostrou prévias, red carpet, fez entrevistas e coisas assim. O TNT, tres horas antes da Globo começar sua transmissão, já mostrava o Red Carpet. Quando a cerimônia começou a ser transmitida na íntegra pelo TNT, o Fantástico sequer havia terminado, e ainda vinha o BBB depois.

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O prêmio este ano foi mais ou menos dividido. Mais ou menos, porque em vez de um faturar a maioria, foram vários ganhando entre uma e quatro estatuetas. O mais premiado foi As Aventuras de Pi, de Ang Lee. Acompanhando a tendência de outras premiações, inclusive o Golden Globe, Argo (que passou batido pelos cinemas brasileiros) foi o vencedor de melhor filme e dois outros premios, num total de tres.

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Campeão em indicações do ano, 11 ao todo, Lincoln ficou com só dois premiozinhos, melhor ator para Daniel Day Lewis (que eu não gosto desde que ele fez Meu pé esquerdo, filme chatissimo, aliás) e melhor direção de arte. Apesar do numero musical, com todo elenco cantando ao vivo, ter sido aplaudido de pé, Os Miseráveis não ganhou de melhor canção (perdeu para Adele, com Skyfall, musiquinha meio chata).

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Mas, música chata ganhar o prêmio não é novidade. Les Miserables, na verdade, nem podia ganhar de trilha sonora uma vez que nem foi inédito (só teve uma canção que não estava no teatro). O musical ganhou maquiagem, atriz para Anne Hathway (não morro de amores, mas ela está bem na fita como Fantine) e mixagem de som. Empatou com Argo no numero de premios.

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Jennifer Lawrence, que está otima em O lado bom da vida, ficou mesmo com o Oscar de melhor atriz. Foi o único deste filme que é uma delicada comédia meio romântica, meio dramática (coisa que a Academia, careta no último, nem curte muito). Django Livre teve mais sorte e abocanhou dois, ator coadjuvante, Christoph Waltz, e roteiro original para Quentin Tarantino.

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Enquanto isso, a Globo formava mais um paredão no BBBesta 13. Eu errei vários dos premios do Oscar (jurava que Os miseráveis ia ganhar e que Bradley Cooper iria levar o de melhor ator por O lado bom da vida. Mas eu esqueço que são quatro mil americanos, em sua maioria veteranos do cinema e caretas.). Mas acertei no paredão. Marcelo, Elieser e Nasser na berlinda.

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Espero que as pessoas votem certo. Falo isso, pois em vários portais da net, há chamadas do tipo vote aqui mas são apenas enquetes. Quem quiser votar MESMO, e me ajudar a detonar o pior dos tres, ELIESER, que entre no site da Globo, clicando AQUI

Fatima Dannemann

Marlene Dietrich, Greta Garbo, Vivian Leigh, Shirley McLaine, Susan Sarandon, Betty Davies, Winona Ryder, Julia Roberts e agora Sandra Bullock. O destino e a carreira dessas mulheres e atrizes, distantes mais no tempo que no espaço – falamos do escurinho do cinema, é claro – tem um ponto em comum. Todas estrelaram ou no mínimo dividiram o papel principal com outra atriz em filmes em que as mulheres dominaram a cena quase ao ponto de ofuscar seus parceiros masculinos. Esta fórmula tem dado certo desde que Hollywood é Hollywood e vira e mexe um filme de mulheres surge nas telonas. Se não for para ser indicado ou mesmo vencedor do Oscar, como aconteceu com “E o vento levou”, que antes de drama épico é principalmente um filme sobre mulheres, pelo menos se tornará um cult. Tal como aconteceu com Tomates Verdes Fritos, Thelma e Louise, ou, quem preferir ser mais clássico, com Irma La Douce.
Simpáticas senhoras prontas para ajudar as mocinhas em apuro. Em vez de metrópole, uma típica cidadezinha do interior. Daquelas que pode ficar situada em qualquer um dos 50 estados norte-americanos. Cenas em flash-back, mostram infancia, adolescência e juventude das mulheres mais velhas. Epa!!! Você já viu isso em Tomates Verdes Fritos. Ah, e já viu também em Colcha de Retalhos, lembra? E a cena da estrada em carro conversível lhe fez lembrar Thelma e Louise. Não é para menos. Hollywood tem dessas coisas, reinventar fórmulas que deram certo e dessa vez é a roteirista de Thelma e Luise, que ganhou o Oscar, lembram?, Callie Khouri, que assina a direção de Divinos Segredos, que traz Sandra Bullock no papel de Siddalee, que deixa uma cidadezinha para tentar a carreira de dramaturga em Nova York e ao mesmo tempo fugir a dominadora mãe, Vivi, com quem ela rompe a amizade após uma entrevista. As amigas da mãe, que formam a fraternidade Ya Ya, sequestram Sidda, a levam para a cidade e começam a bombardear a garota com albuns de foto e lembranças até que a coisa muda de figura.
Seja conflito mãe e filha, problemas de mulher divorciada com a atual do ex-marido, como na divertida ‘” Ela é o diabo” com Meryl Streep, seja em épicos em que mulheres desafiam os padrões da época e lutam não só por sua própria sobrevivencia como para ajudar quem está por perto, como em “…E o vento levou”, histórias que tem mulheres ou suas histórias em primeiro plano garantem polpudas bilheterias aos produtores e exibidores de cinema. Foi um desses filmes, aliás, que deu tardiamente a primeira indicação ao Oscar a uma das mais conhecidas estrelas dos aureos tempos em Hollywood, Lauren Bacall. Em 96, contracenando com Barbra Streisand num típico filme de mulheres, La Bacall foi indicada ao Oscar de Melhor atriz coadjuvante por O espelho tem duas faces. Nesse filme, Barbra é uma professora de literatura solitária e feia que responde a um anuncio de correio sentimental e conhece um bonitão. Bacall é a mãe não só da feiosa como de uma filha bonita e bem sucedida. Aliás, o contraponto entre a feia e a bonita está presente em vários desses filmes. Romance de Outono, é uma dessas histórias. Shirley Mc Laine acaba de ficar viuva com suas duas filhas, novamente uma bonita e bem sucedida e uma feia e frustrada. Enquanto isso, ela própria, judia, se apaixona por um viuvo italiano. E haja conflito.
Mas, os filmes de mulheres nem sempre são sobre meninas boazinhas. Betty Davies, que estrelou A Malvada, que o diga. As vezes, esses filmes falam de prostitutas. Mesmo que sejam adoráveis prostitutas como Irma La Douce, de Billy Wilder, com a mesma Shirley Mc Laine que muitos anos mais tarde viria a protagonizar o lacrimoso e oscarizado Laços de Ternura, filme sobre mãe e filha, ou sogra e genro, quem preferir, mas que muitos acham que nem merecia a indicação, quanto mais o Oscar de melhor filme. As vezes, elas são procuradas pela polícia como se fossem Butch Cassidy e Sundance Kid que trocaram os cavalos por um conversível, mas sem direito a final feliz. Foi isso que Susan Sarandon e Geena Davies vivem em Thelma e Luise, produzido por Ridley Scott, o diretor de Gladiators e Blade Runner, típico filmes “de homens”.
Divinos Segredos entrou em cartaz nacional na ultima sexta-feira e está mais do que badalado nas revistas, jornais e sites da internet e mesmo que não estoure em bilheteria, promete lugar garantido entre os que cultuam esse tipo de filme. Afinal filmes de mulheres, ou sobre mulheres, mesmo que seja de pontos de vista não convencional, como o “Meninos não choram”, uma discutível historinha gay que ganhou indicações ao Oscar nos ultimos anos do século passado, têm prestígio. Entre a crítica, também.

Fatima Dannemann

Livros

Água para elefantes – de Sara Gruen – Alem da descrição da vida errante nos circos americanos durante a década de 30, logo após a quebra da bolsa de valores, a grande depressão e a lei seca, o livro dá uma pincelada na vida que os idosos levam em abrigos ou internatos: cercados de cuidados, imersos em lembranças e esperando a visita da familia que nunca chega para bucar. A obra alterna a vida de Jacob na velhice e nos tempos em que era veterinário em um circo.

A Casa Torta – de Agatha Christie – muito provavelmente, o leitor vai precisar recorrer a sebo, bibliotecas ou pedir emprestado aos amigos para travar conhecimento com um(a) dos(das) mais perversos(as) criminosas que a autora inglesa criou. E os motivos futeis que levam ao assassinato, chocam. Detalhe, Agatha considerava este seu melhor livro. Pode não ser, mas vale a pena.


Filmes

Meia-Noite em Paris – Woody Allen traz um pouco de fantasia com direito a homenagem aos artistas e escritores que viveram em Paris e formaram a geração perdida. Tudo embalado pela musica de Cole Porter, num dos melhores momentos do cinema até agora. Imperdivel.


O que as TVs nunca mostram: o folião pipoca, aquele que dorme na rua de cansaço depois da festa

Oscar de Melhor Ator para Sean Penn por sua atuação em Milk. Mereceu

 

As más línguas detonam: ivete fez mais caras e pernas do que show nesse carnaval. Porque terá sido?

O pretinho mais do que básico de Diane Lane foi um dos mais bonitos do Oscar

 

E a ex-princesa do Diario da Princesa? Pálida que nem mortícia adams, vestida de cor clara, piorou.

Diane, uma pequena grande menina

Larissa Luz, uma voz que chega para ficar na avenida

Daniela, que sempre será rainha

Sharon Stone, mesmo com o modelito de gosto duvidoso


Claudia Leitte… Mas ela não precisava falar sobre aleitamento materno de cinco em cinco minutos


Gilmelandia, no meio do povo sem medo de ser feliz

Priscila Freire, revelação, segundo a Band e segundo os baianos

Força Latina entre os yankees, Penelope Cruz, melhor coadjuvante

As pernas de Titia Ivete continuam saradíssimas


Kate, do Voa Dois, correndo por fora, mas aparecendo no cenário da folia

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