Engarrafamento de alguns quilômetros na Estrada do Côco fez a ida e a volta do reveillon se prolongarem por algumas horas. Motivo: o pedágio se torna insuficiente para atender a demanda nessas ocasiões. Aquilo lá precisa ser repensado.

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O baiano amanheceu com a despensa vazia na segunda-feira, dois de janeiro. Só isso explica as enormes filas em alguns supermercados da cidade. Principalmente no final da tarde, na hora em que todo mundo vai comprar pão e coisinhas para o lanche.

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As revistas de fofoca apelam mesmo. Dessa vez, uma delas anuncia que Marcela, da novela Fina Estampa, está viva e que vai voltar para atormentar Tereza Cristina, cujo segredo seria o de ser pobre e conseguir fortuna cometendo alguns assassinatos.

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Falando nisso, que mal feita a cena do incêndio na casa de Pereirão. Ferdinand deu todas as bandeiras de que ele foi o autor do atentado e ninguem reparou. Pior foi o tal do Antenor mais preocupado com os livros de medicina do que salvar a irmã. Realmente, um horror.

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Lamentavel e muito chata a repercussão negativa de um certo evento que levava o nome (ou o apoio, sei lá) do sindicato dos jornalistas. Aconteceu tudo na surdina como se fosse uma reunião clandestina dos tempos da ditadura e o povo se retou. Com toda razão. Pior que nesses eventos de jornalista o que rola de bicão se fazendo passar por um de nós.

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Boa noticia: Gloria Perez já está escrevendo a próxima novela das nove. Ainda bem, porque Fina estampa está dificil de engolir. Dessa vez, segundo informações, Gloria deverá ambientar sua historia na Turquia, um pais belissimo, rico em tradições e com uma culinária fantastica. Promete.

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A pracinha em frente ao Colégio N.S. da Luz virou um favelão a ceu aberto. Alias a Pituba inteira está infestada de gente que tem onde morar, tem trabalho, mas resolve se aproveitar da industria da esmola e de presente de natal acampando na rua.

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O pior programa que a Globo podia inventar: Bem Estar. Uma sessão futilidade pública sem pé nem cabeça apresentada por uma dupla que vou te contar. O cara é meio gordo, barrigudo, tirado a engraçado. A moça interrompe os entrevistados. E os temas? Com tanto problema de saude e eles falam em cabelo e unha.

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A Transalvador devia fiscalizar as ruas da Pituba. Tem mais PERUA falando no celular enquanto dirige do que malandro no porto da Barra. Os carros sobem na calçada de pedestre em alta velocidade e algumas PERUAS (sempre essa raça ordinária) ainda mandam os pedestres andar pelo asfalto.

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Os carros invadem os sinais, param nas faixas de pedestres, quando a gente reclama com os raros fiscais que aparecem ouvimos “NÃO PODEMOS FAZER NADA”… e coisa e tal. Sem falar na CARGA E DESCARGA feita por caminhões gigantescos 24 horas por dia, 30 dias no mes…