Em tempos “pré-ecologicos”, toda “perua” (ou similar) tinha que ter um casaco de pele e o mais valorizado eram os feitos com pele de marta. Este é o nome comum dado aos animais da família dos mustelídeos, pequenos animais carnívoros que habitam a Europa e a Ásia. Antigamente, eram muito mais comuns. Mas hoje com as caçadas em busca da pele, foram se tornando mais raros. Um fator que ajuda os caçadores a dizimar a espécie é que as martas são fáceis de capturar: basta um chamariz que lhe atice a curiosidade e pronto! Lá vai ela pro abate apenas para esquentar alguma madame rica e pouco preocupada com a mãe natureza (sim, elas ainda existem).

A família da marta é numerosa e inclui a fuinha, a zibelina, a marta-comum, a marta do pinheiro. Eles se alimentam de outros animais como esquilos, coelhos, camundongos e pequenas aves. A marta é um animal solitário que vive em lugares rochosos e arborizados. Ela demarca seu território com um rastro da secreção das glândulas anais que cheira um pouco melhor que a da doninha, sua parenta próxima. A época do acasalamento coincide com o verão do hemisfério norte. A gestação dura dois meses e costumam nascer entre dois e três filhotes. O pelo da marta, além de casacos de pele, é usado para confeccionar pincéis utilizados pelos desenhistas de mangá por causa da durabilidade e porque ficam bem unidos uns aos outros, resultando num traço bem mais elaborado.

Fontes – Wikipedia e Saúde Animal