Andei vendo meus blogs e acho que estão bonitinhos, corretos, mas falta algo mais pessoal, então, vira e mexe vou soltar o verbo aqui na primeira pessoa. Assumir o que eu penso do mundo.

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O que me levou a ficar distante escrever como se fosse uma mera espectadora da vida foram as criticas. Cansei de nunca receber um elogio. Sou humana, gosto de confete, e pronto…

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Deixei de escrever poesia porque nessa net todo mundo se diz poeta e escritor. É cada lixo… Caramba, não consigo passar do titulo. Muita coisa ruim circulando.

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E o pior nem é isso, mas é serem os autores dos lixos aqueles que mais lhe criticam e não só pelo que eu faço, mas pelo que eles acham que eu seja.

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Hoje chegou um desses lixos, resolvi ler por causa do titulo “PVT”. O poema, estruturalmente, é péssimo, obvio, parece mais música brega, mas o assunto chamou atenção porque a autora fala sobre as farsas que algumas pessoas montam na net.

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Ela foi light. Falou apenas sobre o que “rola” no pvt dos e-mails dos integrantes das listas de e-mail do yahoo e similares. Era pra ser, lista de discussão. Mas criou-se o mito de que não é para discutir ou criticar.

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Moderadoras soltam seu lado megera só para censurar quem elas acham que deve censurar, dar “esporro” em público, expulsar ou banir quem elas “não vão com a cara”… Bom, ainda bem que existe o twitter, o orkut, etc, porque ninguem é obrigado a aturar clones virtuais de Hitler querendo ressucitar a censura no Brasil.

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Ah, falei, falei e… Sabem que esse mundinho de nicks, “escritores e poetas”, listas, etc, cansou. Eles criticam tudo, minhas novelas, meus escritos, não leem meus e-mails porque eu me recuso a “formatar” e botar efeitos de video-clip que travam tudo. Acabaram criticando tanto que eu fiquei distante. Escrevendo como uma observadora, afastada dos pvts e das intrigas.

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E está melhor assim. Mas que falta um toque de mim mesma, falta. quem sabe e agora eu volto a falar assim, na primeira pessoa do singular, conjugando os verbos como eu quiser.