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Andei vendo meus blogs e acho que estão bonitinhos, corretos, mas falta algo mais pessoal, então, vira e mexe vou soltar o verbo aqui na primeira pessoa. Assumir o que eu penso do mundo.

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O que me levou a ficar distante escrever como se fosse uma mera espectadora da vida foram as criticas. Cansei de nunca receber um elogio. Sou humana, gosto de confete, e pronto…

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Deixei de escrever poesia porque nessa net todo mundo se diz poeta e escritor. É cada lixo… Caramba, não consigo passar do titulo. Muita coisa ruim circulando.

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E o pior nem é isso, mas é serem os autores dos lixos aqueles que mais lhe criticam e não só pelo que eu faço, mas pelo que eles acham que eu seja.

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Hoje chegou um desses lixos, resolvi ler por causa do titulo “PVT”. O poema, estruturalmente, é péssimo, obvio, parece mais música brega, mas o assunto chamou atenção porque a autora fala sobre as farsas que algumas pessoas montam na net.

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Ela foi light. Falou apenas sobre o que “rola” no pvt dos e-mails dos integrantes das listas de e-mail do yahoo e similares. Era pra ser, lista de discussão. Mas criou-se o mito de que não é para discutir ou criticar.

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Moderadoras soltam seu lado megera só para censurar quem elas acham que deve censurar, dar “esporro” em público, expulsar ou banir quem elas “não vão com a cara”… Bom, ainda bem que existe o twitter, o orkut, etc, porque ninguem é obrigado a aturar clones virtuais de Hitler querendo ressucitar a censura no Brasil.

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Ah, falei, falei e… Sabem que esse mundinho de nicks, “escritores e poetas”, listas, etc, cansou. Eles criticam tudo, minhas novelas, meus escritos, não leem meus e-mails porque eu me recuso a “formatar” e botar efeitos de video-clip que travam tudo. Acabaram criticando tanto que eu fiquei distante. Escrevendo como uma observadora, afastada dos pvts e das intrigas.

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E está melhor assim. Mas que falta um toque de mim mesma, falta. quem sabe e agora eu volto a falar assim, na primeira pessoa do singular, conjugando os verbos como eu quiser.

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Maria de Fatima Dannemann

Ninguém corre o risco de ser preso em flagrante por tomar cerveja ou vinho na Tunísia. Considerado um dos mais liberais dos países do mundo árabe, essa república da costa mediterrânea do Norte da África, encravada entre a Líbia e a Argélia, vive um momento de relativa abertura e, boa noticia para quem gosta de viajar: turistas são bem vindos por lá. No cardápio dos resorts, hotéis e bons restaurantes que se espalham pelo país, há cerveja e vinho. Podem não ser iguais aos alemães ou brasileiros, mas dá para brindar a oportunidade única de ver um país que tem 10 mil anos de história com influencias fenícias, romanas, gregas, berberes e – obviamente – árabes.

Surpresas se sucedem desde a bela capital Tunis, uma cidade moderna e cosmopolita com shoppings, inclusive, litoral – imperdível Sid Bou Said, próximo a Tunis com seu visual que lembra a Grécia e casas de US$ 1 milhão, Hammamet, onde a pessoa pode fazer spa em uma de suas termas – na belíssima ilha de Djerba, que os tunisinos juram ser onde Ulisses enfrentou as sereias, e no deserto do Saara. Sim, uma boa parcela da Tunísia é desértica ou formada por lagos salgados como o Chott El Jherid.

Arte, cultura, história não faltam. No Museu do Bardo, em Tunis, uma bela coleção de mosaicos greco romanos. As ruínas não só da Cartago dos fenícios, como a Cartago estabelecida pelos romanos depois das guerras púnicas. Em Monastir, vale visitar o Ribbat e o memorial de Habib Bourguiba, o homem que tornou a Tunísia independente da França e transformou numa nação moderna e relativamente democrática.

A música e a comida do país são um must. Os ritmos se misturam. Influencia árabe e até mesmo pop music, no litoral, e um som mais tribal e bem percursivo no deserto. A comida tem no couz couz seu carro chefe. Esse prato lembra o cozido dos baianos só que com grão de bico e no lugar do pirão, uma espécie de farofa feita com a sêmola do trigo temperada com açafrão e bem picante. Os doces são sensacionais e no litoral a influencia mediterrânea é notada nas saladas, peixes e omeletes. Tudo, aliás, no capricho.

Embora não seja obrigado as mulheres andarem cobertas, esta tradição é seguida em inúmeros lugares e não é bom andar sozinha. Que ninguém tente fotografar uma futura noiva, coberta dos pés a cabeça e vigiada pela sogra: pode dar rolo sério. No interior, é comum ver gente com trajes típicos (belíssimos, aliás) e morando em tendas nômades ou mesmo cavernas como em Matmata, onde foi filmado Guerra nas Estrelas. O calor chega a mais de 50 graus no verão. E fora das cavernas é impossível agüentar o tranco.

Fontes e foto: experiências e arquivo pessoal da autora que esteve na Tunísia em fevereiro de 2008

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