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Bizarro. Assim se define o furdunço que se criou em torno do funeral de Michael Jackson esta semana em Los Angeles. A ultima de algumas midias foi de inventar que o cantor não foi enterrado. Não foi enterrado nas vistas do público. Para este, o circo montado num estádio e transformado em megashow. Se isto agradaria ou não ao astro, não se sabe. Mas não agradou a Elizabeth Taylor que deitou falação contra e não compareceu a fest… ops, a cerimônia.

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Enquanto isto, as TVs interrompiam toda a sua programação. Por conta do enterro de Michael não teve Sessão da Tarde, Vale a Pena ver de novo, Marcia Goldschmidt e todos os outros programas que enchem a grade das emissoras (e em alguns casos a paciência dos espectadores, já que a programação vespertina das TVs vai de mal a pior).

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E a tradução simultânea? Na Globo estava uma “chose de loque”. A moça traduzia os discursos e o repórter consertava. A tradutora chegou a confundir as palavras “amusing” e “amazing” e traduzir um pelo outro. Pegou mal.

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Enquanto isto, Malhação e a novela das seis vão de mal a pior. Uma já deu o que falar e a outra é uma reprise de uma historia que não tem nada a ver, apenas uma tentativa talvez de homenagear Pantanal (esta sim, um sucesso, daqueles que só se escreve uma vez)

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Paulada na moleira da Globo e de toda a midia foi Dunga e o Brasil faturarem a Copa das Confederações com um time bom, coeso e sem nenhuma das “estrelas” (apagadas, aliás) impostas pelos patrocinadores. Não precisou de nenhum fenomeno, nenhum imperador, nem nenhum gaucho pra ganhar o jogo. Mas – sempre tem um mas, infelizmente – já estão que nem urubu agourando a sorte do Brasil na Copa de 2010. É… realmente ninguem gosta de ver ninguem bem… Ainda mais quando não se participa diretamente das coisas.

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E alguem comentou: e se em vez de Michael Jackson tivesse sido Roberto Carlos? Bom, ainda bem que não foi…