Baleia de chifre? Quem já viu o Narval, em fotos um mamífero marinho que vive próximo ao Pólo Norte, até pode pensar que é uma baleia com chifre, mas não é. A protuberância pontuda do Narval é o dente incisivo, enrolado em espiral e se projetando lá fora como um chifre. Este dente é feito de marfim pode atingir até 3 metros de comprimento, quase de metade do comprimento do animal. O Narval tem coloração meio acinzentada, não tem a nadadeira dorsal dos golfinhos mede 4,5m e pesa 1,5 tonelada.
A presa do macho do narval é fonte de marfim de valor comercial e constitui um atrativo à caça da espécie. Cerca de um macho em 500 tem duas presas em vez de uma. Isso pode custar a extinção do animal já que a espécie, hoje, está mais ameaçada de extinção do que o urso polar.
Para o animal, é uma fonte sensorial excepcional. Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Harvard descobriu, em testes, que 10 milhões de terminações nervosas saem do centro da presa em direção à sua superfície, em contato com o mundo exterior. Os cientistas dizem que os nervos são capazes de detectar mudanças sutis de temperatura, pressão, gradientes de partículas e provavelmente muito mais, dando ao animal uma percepção única. Como eles têm o costume de erguer as presas no ar, os cientistas imaginam que elas poderiam servir como estações meteorológicas sofisticadas, permitindo que os bichos farejem mudanças de temperatura e pressão ligadas à chegada de frentes frias e ao congelamento de canais em meio ao gelo.

Fontes: Wikipedia e terra natureza